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terça-feira, 20 de junho de 2017

Concurso "Ortografia é comigo!"



Foram oferecidos, pelas respetivos professores de Português, obras para recompensar os alunos do 5.º e 6.º anos da EBS do Vale do Âncora, vencedores do concurso realizado ao longo do ano letivo. 
Este ano, o concurso contou com novos participantes, os alunos do 2.º ciclo da escola-sede  do Agrupamento que foram também premiados (ler em: http://bibcouraminho.webnode.pt/products/concursos-de-ortografia-e-de-escrita-criativa-entrega-de-premios/).

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Encontro com a escritora Margarida Fonseca Santos: opiniões dos alunos de 6.º ano



ENCONTRO ESCRITORA MARGARIDA FONSECA SANTOS

O encontro com Margarida Fonseca Santos agradou-me muito e fiquei a conhecer uma escritora fantástica.
Foi simpática e cativou o seu público, falando sobre si, com histórias inventadas, ou até sobre experiências que ela teve ao longo do tempo. Por exemplo, falou-nos de como trocou a vida de professora de piano pela vida de escritora ou contou-nos sobre um rapaz que a fez chorar de alegria e orgulho, no encontro numa escola.
Esse momento foi muito importante para mim, pois fez-me perceber que, às vezes, os nossos objetivos mudam, mas nunca devemos deixar de lutar pelo que queremos.
Rodrigo J., 6.ºA
Este encontro foi importante para ensinar-nos que ler livros e escrever trazem mais conhecimento e mais interesse pelos outros.
Rúben P., 6.ºD
Eu achei o encontro com a escritora importante, porque me fez pensar sobre vários assuntos, como por exemplo, não ter medo de enfrentar os nossos problemas. Também acrescentou que as suas obras dizem para ter esperança e nunca desistir.
Ricardo C., 6.ºD
Margarida Fonseca Santos, alegre e brincalhona, cativou-me pela maneira como comunicava: expressava-se também com as mãos e fazia mímicas.
Aprendi muito sobre as suas obras, que eu desconhecia, mas agora quero lê-las todas!
Achei importante o encontro com a escritora, pois despertou a nossa atenção para os sentimentos e para a importância da leitura.
Maria Eduarda L., 6.ºD
Eu achei o encontro muito agradável, porque a escritora Margarida Fonseca Santos contou-nos uma história que acompanhou com uns gestos engraçados e palavras simples e concluiu que se pode resolver todos os problemas. Foi muito simpática a responder a todas as perguntas que os alunos lhe fizeram.
O que me deu mais pena foi saber que a escritora tinha uma doença crónica. Também fiquei triste quando contou que uma prima do pai tinha sido torturada, durante a ditadura.
Eu gostei muito de conhecer a autora Margarida Fonseca Santos e, no fim da sessão, comprei o livro “7x25 Histórias da Liberdade”. 
Diogo C., 6.ºB
Este encontro com a autora foi muito bom. Ficamos todos a saber que afinal, nem todos os escritores são sérios e usam palavras caras para mostrar a sua sabedoria. São divertidos e com um ótimo sentido de humor, como nos provou Margarida Fonseca Santos. Neste caso, a escritora interagiu muito bem connosco.
Matilde R., 6.º A
Achei a escritora muito simpática e gostei da forma como respondia às nossas perguntas, pois desenvolvia muito bem as suas respostas, falando um pouco mais além das nossas questões.
Fiquei com curiosidade para ler o seu livro “Bicicleta à chuva”, que apresenta um adolescente que sofria de bullying, porque, eu interesso-me muito por esses assuntos.
Penso que este encontro foi importante para motivar os alunos a ler e a querer saber mais sobre livros, e até sobre a vida da autora.
                                                                                                                             Francisca D., 6.º A
Eu apreciei bastante a forma como a escritora falava com os alunos, porque conseguiu cativar o seu público. Gostei também das histórias que a escritora nos contou, especialmente a da menina que a inspirou para escrever a obra “Bicicleta à Chuva”, foi a que me tocou mais.
Acho que o encontro foi muito importante para percebermos que, muitas vezes, as obras mais tristes são inspiradas em histórias verdadeiras, e que há sempre uma solução para os nossos problemas.
Gabriela A., 6.ºA

Gostei muito do encontro, porque a escritora é muito cómica e cativa a plateia.
Achei muito útil as técnicas de escrita que nos ensinou (como usar o “s” e o “z” em algumas palavras). Também apreciei a forma como a escritora comunicava connosco.
Para mim, o encontro foi de grande importância, uma oportunidade única, porque fica uma recordação para a vida.
Valéria F., 6.ºA
Gostei do encontro com Margarida Fonseca Santos, porque aprendi muito com as suas respostas às nossas perguntas. Deu-me a conhecer a vida de uma escritora, e o trabalho que é ser escritora.
Também gostei do modo simpático com falou e da história que nos contou, sobre um rapaz e uma bruxa.
Pensava que ia ser um bocado aborrecido, pois com tantos alunos a fazerem perguntas tínhamos que esperar pela nossa vez, mas não foi nada disso, porque a autora, a cada pergunta feita, contava uma história que tinha acontecido com ela, mas relacionada com a pergunta.
Para mim, foi o melhor encontro que tive com uma escritora!
Daniela A., 6.ºA
Fui à biblioteca escolar para um encontro com a escritora Margarida Fonseca Santos. Fiquei logo interessada na história divertida que ela nos contou, no início. Achei um encontro fantástico!
                A escritora é muito simpática e estabeleceu uma relação de amizade com o seu público. Foi muito engraçado verificar que ela compreende a idade e os problemas por que estamos a passar!
Gostei do que contou ao longo do encontro, mas registei estas duas frases: “Como devem perceber eu não ando aqui a dar lições de moral!” ; “ Vocês devem imaginar a minha felicidade quando ganhei o meu primeiro comboio, eu só tinha bonecas e não me dava muito bem com elas, eu usava-as para lhes cortar o cabelo e os meus pais não achavam muita graça a isso!”.
Adorei, espero que venham mais escritores como a Margarida Fonseca Santos, pois eu fiquei muito impressionada e animada, fez-me entender mais sobre a vida de um escritor!
Mafalda B., 6.º A
Gostei da atividade com a escritora. Foi divertida, pois a autora fez-nos rir e tentou sempre nos animar. Uma das situações de que mais gostei, foi quando a escritora nos contou que tinha ido a uma escola, que um menino a elogiou e ela começou a chorar. O menino, entristecido, disse que pensava que estava a dizer uma coisa boa.
Este encontro foi importante, pois Margarida Fonseca Santos sugeriu-nos livros que podemos ler, quando estamos sem ideias!
Carolina A., 6.º A

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Encontro com um autor: entrevista a Margarida Fonseca Santos



Encontro com a escritora Margarida Fonseca Santos

A anunciar o Dia Mundial do Livro e dos Direitos do Autor que se celebra a 23 de abril, realizou-se na Biblioteca Escolar da Escola Básica e Secundária do Vale do Âncora um encontro com a escritora Margarida Maria Fonseca Santos, a 21 de abril. Todas as turmas do 6.º ano estiveram presentes para conhecer melhor esta autora e as suas obras de literatura infanto-juvenil, que os alunos foram descobrindo nas aulas de Português, como por exemplo, «7x25 Histórias da Liberdade», «Bicicleta à Chuva», «Está nas tuas mãos» e a coleção «7 Irmãos», escrita em parceria com Maria João Lopo de Carvalho. A disponibilidade da autora e a sua simpatia permitiram estabelecer um diálogo caloroso e enriquecedor com os seus leitores.

Guilherme L. -  O que sonhava ser quando era criança?
Margarida Fonseca Santos (M. F. S.) - Sonhava ser professora, porque tinha uma grande paixão pelo ensino.

João D. - Quando andava no segundo ciclo gostava da disciplina de Português?
M. F. S. - Sim, pois tinha jeito para a escrita, lia muito, mas não ligava muito a essas minhas capacidades.
Jéssica M. - Que género de livros lia quando tinha a nossa idade?
M. F. S.: Na altura, não existiam muitas obras para crianças. Das que eram publicadas, as que preferia eram as aventuras da autora Enid Blyton, a coleção “Os Cinco”.

Cláudio R. /Sandro B. /Patrícia S. - Estudou Piano e foi professora de Formação Musical. Qual o motivo que a levou a substituir a música pela escrita?
M. F. S. - Vi-me obrigada a abandonar a música por razões de saúde que não me permitiam tocar piano, dar aulas práticas, mas não gostava de dar aulas teóricas. Naquela época, contava imensas histórias aos meus filhos, e uma amiga ouviu algumas delas e disse-me que não as podia perder. Decidi, então, dedicar-me à escrita.  A partir daí, não desisti até que as minhas histórias fossem publicadas.

Fernando C.  - Com que idade escreveu o seu primeiro livro?
M. F. S. - Escrevi o meu primeiro livro com 33 anos, mas só foi publicado dois anos depois.

Bruno C. - Gosta mais de escrever livros para crianças ou adolescentes? Quais são as diferenças da escrita?
M. F. S. – Não há grandes diferenças. Também escrevo para adultos, e aí é muito diferente: sinto-me mais à vontade, porque são pessoas da minha idade. Para jovens, sinto que a minha responsabilidade é maior, ainda estão a “crescer”.

Carolina A. - Enquanto está a escrever, partilha as suas histórias com alguém para pedir conselhos?
M. F. S. - Quando acabo, sim, peço ajuda ao meu marido, pois é sincero e dá-me bons conselhos que costumo respeitar. Porém, enquanto escrevo, não, porque gosto de estar concentrada no meu trabalho.

Carina S. - Qual foi o livro que lhe deu mais prazer a escrever e porquê?
M. F. S. – Não posso falar de “prazer”, mas aquele com que mantenho uma relação especial é «Bicicleta à chuva», porque foi inspirado num facto real. O tema da história é o “bullying” e surgiu, quando numa visita a uma escola, uma menina esperou por mim no fim do encontro como este e desabafou comigo. Contou-me que estava muito angustiada, porque a mãe e o irmão mais novo, de três anos, sofria violências constantes por parte do pai. Esta situação deixou-me sensibilizada e decidi abordar esse problema, alterando um pouco os factos, numa obra seguinte, tentando ajudar jovens leitores com situações parecidas.

Mafalda B. - As suas obras têm títulos invulgares. Como lhe surgem? 
M. F. S. - Não tenho jeito nenhum para isso, por isso costumo pedir ajuda à minha grande amiga escritora Maria Teresa Maia Gonzalez, com quem partilhei a escrita de algumas histórias, como “Um pombo chamado Colombo” e “A escritora vem à minha escola”. A Teresa inventa títulos com muita facilidade, basta eu lhe falar de algumas ideias da obra e logo faz-me propostas irresistíveis.

Maria M. - Já escreveu livros com outros escritores ou escritoras? Prefere escrever sozinha ou com outros escritores?
M. F. S. – Já escrevi em parceria com Elsa Serra (Quero ser escritor), Maria João Lopo de Carvalho (7 Irmãos) e Maria Teresa Maia Gonzalez. Gostei muito destas experiências de partilha: destas parcerias nasceram grandes amizades. Temos de ouvir as opiniões dos outros e, por vezes, temos de fazer cedências, Apesar de gostar muito de escrever com outros escritores e de aprender muito com eles, prefiro escrever sozinha, porque assim, a qualquer momento, posso mudar a história toda.
Inês R. - Na coleção “7 Irmãos”, porque é que todos os irmãos têm nomes começados por “M”? 
M. F. S. - Se a escritora Maria João Lopo de Carvalho, com quem escrevo essa série, estivesse aqui, diria que era porque gostamos de “M&M’S”, mas não é por isso Quando procuramos nomes para as personagens, constatamos que há mais nomes começados por “m” do que outra letra, foi mais fácil. E os nossos próprios nomes também começam por “m”… 

Simão S. - Lemos nas aulas de Português o conto « Eu, o lápis azul» da obra «7x25 Histórias de Liberdade» que é sobre a Revolução do 25 de Abril de 1974. Há histórias sobre outros símbolos desse momento histórico. Porque é que não escreveu sobre o cravo, que é o símbolo da Revolução?
 M. F. S. - Eu não escrevi sobre o Cravo de Abril porque no livro «7x25 Histórias de Liberdade», escolhi pôr a falar a espingarda dos militares revolucionários, não como um símbolo da morte, mas como um símbolo da Revolução, da democracia. Pois, colocaram cravos nos canos das espingardas, assim a arma já não servia para matar, mas sim para festejar a Liberdade.

Rúben P. – Lembra-se de algum episódio do 25 de Abril de 1974?

M. F. S. – Não, exatamente do dia 25 de Abril: ficamos fechados em casa, porque na rádio os militares tinham pedido às pessoas para não saírem à rua. Mas lembro-me do encontro do meu pai com uma prima, que tinha sido presa e torturada pela PIDE e, quando o meu pai a quis abraçar, ela, instintivamente, recuou como se a fosse magoar. É uma imagem que nunca vou esquecer. Outro momento de que me lembro, tinha então 13 anos, foi o regresso à escola, um dia ou dois depois. Já fomos sem batas – porque antes o uso da bata era obrigatório – e as raparigas, que tinham de vestir saias abaixo do joelho, enrolaram a cintura e assim transformaram-nas em minissaias. Foram momentos emocionantes, de liberdade, organizava-se associações de estudantes, andávamos em reuniões. Mas também me lembro que, quando chegamos à escola, verificamos que nem todos os que lá trabalhavam concordavam com a Revolução e que queriam manter a ditadura. Não eram muitos, mas isso surpreendeu-me.
Tatiana S. – Escreveu “7x25 Histórias da Liberdade” e “7x1910 Histórias da República”. Para si, qual é a importância de escrever sobre a História de Portugal para crianças?
M. F. S. – Conhecer a História do nosso país é fundamental e fico encantada quando as crianças aprendem de forma divertida. Fico muito feliz quando os professores leem as minhas histórias nas suas aulas e despertam assim o interesse dos seus alunos por acontecimentos importantes da nossa História.

Daniela A. - Qual é a sensação de ver uma obra sua numa livraria, à disposição do leitor?  
M. F. S. – É algo de emocionante. Um dia, estava no metro e vi um senhor, sentado mesmo à minha frente, a ler um dos meus livros para adultos, “ Uma pedra sobre o rio”. Fiquei muito atrapalhada - com medo que me reconhecesse - mas também muito emocionada. Queria saber o que estava a achar da obra, hesitei, mas não tive coragem de lhe perguntar. Na estação seguinte, foi-se embora sem dar conta de mim…

Rânia - Gosta de vir às escolas apresentar as suas obras?
M. F. S. - Para mim, é um prazer apresentar as minhas obras em todas as escolas. Mas prefiro apresentá-las nas escolas onde os alunos conhecem os meus livros, onde os professores abordam com eles as histórias que escrevo. Agrada-me estar aqui, no Norte, pois vejo-vos empenhados e interessados no que tenho para vos dizer.

Alunos do 6.º A, B, D

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Encontro com Margarida Fonseca Santos

Os alunos de sexto ano receberam na última quinta-feira uma convidada muito especial, uma escritora  das mais conhecidas escritoras infanto-juvenis, Margarida Fonseca Santos, numa iniciativa da Rede de Bibliotecas Escolares do Concelho de Caminha. 
Antecipadamente, nas aulas de Português, os alunos preparam o encontro, explorando várias obras da autora: 7X25 Histórias de Abril, Bicicleta à chuva, O peixe azul, as aventuras dos 7 irmãos, entre outras. Realizaram trabalhos de escrita criativa a partir do texto " O lápis azul", inserido no 7X25 Histórias de Abril.
A escritora ficou muito sensibilizada pelo trabalho desenvolvido pelos alunos e professores. Manifestou uma grande empatia com os seus jovens leitores, proporcionando momentos muito agradáveis de relatos e troca de questões e opiniões.












quinta-feira, 9 de março de 2017

À descoberta de... Luís Vaz de Camões

Camões 
(retratado pelo pintor José Malhoa)




 Luís Vaz de Camões

Este poema que fiz
é para a minha avaliação oral,
o tema é sobre um grande soldado e poeta,
 Luís Vaz de Camões, nascido em Portugal.

Não se sabe muito sobre a sua vida,
mas há uma certeza,
a sua existência nunca será esquecida.

Camões, filho de Simão Camões e Ana Macedo,
n"Os Lusíadas" dignificou o povo lusitano,
um povo que venceu o medo.

Numa viagem rumo à Índia, 
o barco dele naufragou,
Mas Camões com o seu feitio persistente,
da sua obra não abdicou.

Depois de todo o esforço e viagens "azedas",
Camões regressou a Lisboa, e três anos depois
publicou "Os Lusíadas".

Foi-lhe dada uma tença de 15 mil reis anual,
infelizmente, durou pouco,
morreu três depois, 
o poeta de Portugal.

Viveu e morreu na pobreza,
mas o que ele fez em vida,
é considerado uma proeza.

 texto de Luís Vasconcelos, 9.º B


segunda-feira, 13 de junho de 2016

Concurso "Ortografia é Comigo!": vencedores


Os vencedores do concurso deste ano letivo são:
                                                     
                                                                               5.º ano
                                                                         1.º: Gabriela A. 
                                                                         2.º: Francisca D.
                                                                         3.º: Rubén P.

                    

                                                                             6.º ano
                                                                       1.º: Duarte P.
                                                                       2.º: Álvaro M.
                                                                       3.º: Diogo G.



            


terça-feira, 26 de abril de 2016

25 de abril - Dia da Liberdade

O 25 de abril na nossa escola:




Apreciação Crítica 
________________

           O livro, que eu e a minha turma lemos acompanhados pela professora Paula Castro, estava relacionado com a Revolução de 25 de Abril de 1974, «O Tesouro» de Manuel António Pina.
               O que mais me chamou a atenção foi o facto das raparigas e dos rapazes não poderem brincar juntos e terem que andar em escolas separadas. Acho que é um pouco injusto porque, assim, as crianças não se habituavam a estar todas juntas e, quando as raparigas e os rapazes se cruzassem, podia haver desentendimentos.
                Agora, os rapazes e as raparigas têm direito a conviver uns com os outros graças à Revolução de 25 de Abril de 1974.
                                                                                                                            Margarida O., 5.º B
03/05/2016 


Na obra «O Tesouro» de Manuel António Pina, o que mais me surpreendeu foram as proibições a que o povo estava obrigado, pois acho absurdo e não entendo o porquê dessa falta de direitos, que para mim me parecem naturais.
Outra coisa que me surpreendeu foi a coragem que os soldados tiveram para sair à rua com as armas na mão a gritar pela liberdade.
Eu sentiria também muita alegria no dia 25 de Abril de 1974, pois finalmente teria a minha liberdade de volta.

Rúben P., 5.º B
03/05/2016 


O livro que li tem como título «O tesouro» e o seu autor chama-se Manuel António Pina. Adorei esta história.
Eu achei que o excerto mais triste era aquele o da escola (era separada, para raparigas e para rapazes). Não sabia que os alunos e as alunas não podiam brincar juntos. Acho isso injusto e não gostava de viver nessa época.
Viva a liberdade !!!!!
                                                                                                              Raúl L., 5.º B
3/5/2016
 

Eu li «O Tesouro» de Manuel António Pina.
Gostei da frase «E toda a gente saiu alvoraçadamente para a rua e acompanhou os soldados cantando e gritando: Viva a Liberdade! Viva a Liberdade!»
Eu gostei deste excerto porque ele significa que as pessoas saíram de casa a correr porque o tesouro, que era a liberdade, tinha aparecido.
Se não houvesse liberdade agora, a nossa vida seria miserável.

Simão S.,  5.º B
3/5/2016

       Acabei de ler o livro O tesouro de Manuel António Pina. O que mais me surpreendeu foi quando …as janelas encheram-se de bandeiras e de cravos vermelhos… porque mostra que os habitantes do País Triste ficaram felizes e confiantes por voltarem a ter liberdade. A liberdade é muito valiosa: há que a proteger de quem a quer roubar. 


Carina S., 5.ºB
27/04/2016


Eu acabei de ler um livro que se chama «O tesouro», de Manuel António Pina.
Gostei do excerto: «…as janelas encheram-se de bandeiras e de cravos vermelhos: os soldados puseram cravos vermelhos nas espingardas e as mulheres esqueceram-se do jantar e das limpezas da casa e correram para a rua com os filhos ao colo com cravos vermelhos ao peito…».
Nesse excerto, o que mais me interessou foi os cravos vermelhos nas espingardas. Sendo as espingardas símbolos de guerra, morte e destruição, aqui aparecem como símbolo de paz, liberdade e felicidade.

 Afonso V., 5.º B (com apoio do professor)
3/5/2016




 25 de abril

42 anos                                                 
Houve liberdade,
Paz,
Amizade,
Fraternidade. 

Acabou a ditadura
Começou a democracia.

Foi um dia de festa
Foi um dia de felicidade
Para todos os Portugueses.

Ó cravo vermelho,
Cresce comigo!
Eu sou pequenino
E teu grande amigo.

Poema da turma VP4 - 3.º ano (trabalho coletivo)  




25 de abril infominuto (RTP):



25 abril1.png


O sítio da Associação 25 de abril disponibiliza uma base de dados, filmes, documentários e outra informação sobre o 25 de abril de 1974 e o contexto em que surgiu a designada "revolução dos cravos".



Desde 1974 que o 25 de abril se tornou, na história portuguesa, símbolo de liberdade: de liberdade de expressão, de reunião e de circulação, da liberdade que aboliu a censura prévia e instaurou a democracia.



De um ponto de vista filosófico, a liberdade significa ausência de constrangimentos, de coação. Significa a possibilidade de agirmos de forma autónoma e voluntária, de acordo com princípios (racionais) conscientemente adotados. Tornando-nos, desse modo, sujeitos das ações praticadas e responsáveis pelos seus efeitos. (RBE)