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quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Concurso Nacional de Leitura 2018-19: resultados

Após a realização das provas de desempate, os alunos apurados são:

  • 4.º ano: Renata Silva (EB de Âncora)
  • 2.º ciclo: Mara Alves, 6.º B
  • 3.º ciclo: Margarida Costa, 7.º A
  • Ensino secundário: Letícia Pedreira, 11.º A
                            Parabéns a todos!

Concurso Nacional de Leitura 2018-19: prova de desempate

Os alunos dos vários ciclos de escolaridade, que se encontravam empatados, realizaram as respetivas provas de desempate, através de uma curta prova escrita a partir das obras selecionadas, para apurar quem serão os representantes do agrupamento na Fase Distrital do CNL.

Obras selecionadas:


 4.º ano



2.º ciclo




3.º ciclo



E. secundário

Leituras de Natal

Muitos alunos descobriram diversas histórias de Natal a partir da mostra da BE e realizaram sessões de leitura recreativa na última semana do período.
Deliciaram-se com os contos e muitas aventuras divertidas, como A Prenda de Natal de Henrique sempresespera de J. Burningham ou O Pequeno Pai Natal de A. Stohner  e com muitas outras histórias.









Grandes Leituras: histórias de Natal


Os Grandes Leitores fizeram descobriram aos alunos mais novos da escola (do 1.º ano) a história Sonho de Neve de Eric Carle ed. Kalandraka), que fala do inverno e, não podia deixar de ser, do Natal.
Os alunos curiosos seguiram os passos deste peculiar agricultor e dos seus animais resguardados no estábulo, debaixo de um manto de flocos de neve.
Desta vez, foram as alunas Ana Rita e Inês do 10.º A que animaram esta sessão de leitura e que souberam cativarem a atenção a atenção dos nossos espectadores.




sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Feira do Livro de Natal

Durante esta semana, de 3 a 8 de dezembro, todos os alunos, docentes e  funcionários da nossa escola e, ainda, muitos encarregados de educação participaram na feira do livro, organizada em parceria com a livraria Bertrand. De forma entusiástica e ativa, os alunos descobriram as novidades editoriais. 
Os mais novos foram brindados com a história Feliz Natal, Lobo Mau de Clara Cunha e recontaram com muita expressividade A que sabe a lua de Michael Grejniec.






Ccurso Nacional de leitura: fase escolar

Obras selecionadas:


Provas a nível da escola:
-alunos inscritos do 2.º, 3.º ciclos e ensino secundário: quarta-feira 5 de dezembro de 2018
-alunos inscritos do 4.º ano da EBS do Vale do Âncora e de Âncora (Lage): sexta-feira 7 de dezmebro de 2018





quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Projeto Nosso Mar

As Lendas do Mar deram mote a visita ao Nosso Mar. No passado dia 16 de novembro, os alunos das turmas do 3° ano da Escola Básica e Secundária do Vale do Âncora exploraram, junto ao Mar, mais uma Lenda do Mar, no âmbito da ação UMMAR de Trabalhos que, sob a orientação dos docentes Marília R.e António G., têm promovido a ligação ao Mar pela leitura.
O som, o cheiro, a visão ou o tacto, intensificaram e apelaram assim a uma atenção ímpar dada à segunda lenda do livro "Lendas do Mar", de José Jorge Letria, com o título "Grão a grão se trava o mar", lida junto ao Mar e explorada em momentos posteriores, em sala de aula, numa apropriação pedagógica que concorre para o projeto integrador Nosso Mar. 
 "UMMAR de Trabalhos" marca assim o trilho de aprendizagem que se têm afirmado, desde o início do ano letivo, na Escola e na Comunidade, justificando e valorizando o "Nosso Mar" como opção de influência local na construção dos saberes dos alunos da EBS do Vale do Âncora, aqui enriquecida pela ação exploratória da literatura.
Nesta atividade participaram ainda os alunos do 2°ano e do 4°ano, acompanhados pelos respetivos docentes titulares das turmas, professoras Cidália B. e Idalina P., bem como o coordenador de estabelecimento, professor Flamiano Martins. 




O mar é o espaço natural das viagens, dos sonhos, dos mistérios e das lendas. Ler estas lendas é conversar baixinho com o mar, num país que não pode ser contado nem imaginado sem ele.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Concurso Nacional de Leitura 2018/2019


A 13.ª Edição do Concurso Nacional de Leitura (CNL) decorre entre o dia 3 de outubro de 2018, data oficial de abertura, e o dia 25 de maio de 2019, dia da grande final, em Braga.
O objetivo central do Concurso Nacional de Leitura é estimular o gosto e os hábitos de leitura e melhorar a compreensão leitora. A iniciativa tem como destinatários alunos dos 1.º,2.º, 3.º ciclos do ensino básico e alunos do ensino secundário.

Cabe ao Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL2027) a iniciativa e o desenvolvimento do CNL, ao longo de quatro fases consecutivas:
Fase Escolar – engloba as provas nas escolas, fazendo intervir as Bibliotecas Escolares, com o apoio das Bibliotecas Públicas Municipais;
Fase Municipal – engloba as provas nos municípios, fazendo intervir as Bibliotecas Públicas Municipais, com o apoio das Bibliotecas Escolares;
Fase Intermunicipal – engloba as provas no território das Comunidades Intermunicipais (CIM) / Áreas Metropolitanas de Lisboa (AML) e do Porto (AMP), Regiões Autónomas dos Açores (RAA) e da Madeira (RAM), fazendo intervir as Bibliotecas Públicas Municipais, com o apoio das Bibliotecas Escolares;
Fase Nacional – conta com a participação de todos os parceiros e é constituída por uma prova que apurará cinco finalistas em cada nível de ensino, os quais serão, na cerimónia final, ordenados em função da avaliação de um júri nacional, a constituir para o efeito.

Para mais informações, consultar a página:
CNL 2018/19

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Centenário do Armistício

Escrita criativa:

Senti tristeza quando ouvi os poemas sobre a guerra, sobre pessoas como nós que morreram.
Estes poemas surpreenderam-me porque falam de soldados mortos a tiro, mas ao mesmo tempo, falam dos campos, da natureza. Acho que os poetas querem passar uma mensagem: mesmo com a guerra e as mortes, as flores continuam a florescer e os pássaros a cantar porque a vida continua. Os poemas dizem que foi preciso lutar e ganhar essa guerra para chegar à paz.
Gustavo R, 5.º A

Na comemoração do Armistício, com a leitura de vários poemas pelos alunos de sexto ano,  recebemos papoilas vermelhas. Descobrimos que as as papoilas, no Reino Unido, simbolizam o sangue derramado pelos soldados britânicos e, em França, o sacrifício dos soldados é simbolizado pela flor centáurea-azul.
Os poemas faziam-me sentir triste, principalmente os das papoilas floridas nos campos de Flandres.
Gabriel P., 5.º A
O que mais me marcou nesta comemoração foi o significado das flores que representam uma homenagem aos soldados que perderam a vida nos terríveis combates dessa guerra. As flores deram origem a campanhas de solidariedade para os sobreviventes. O símbolo da papoila vermelha nasceu do poema Campo de Flandres.
Mónica G., 5.º A

Este dia do Armísticio tornou-se o dia de lembrança em homenagem aos soldados e sobreviventes da Grande Guerra.
Entre esses homens homenageados, fiquei a saber que o Soldado Milhões era um soldado português e chamava-se Aníbal Milhais. Este soldado foi o mais condecorado em Portugal, devido à sua grande coragem na Primeira Guerra Mundial.
Afonso V., 5.º A

Senti desgosto ao saber que nesta guerra muitas pessoas morreram, muitos jovens. 
Surpreendeu-me a forma terrível como os soldados combatiam nas trincheiras. Este dia do Armistício é um dia triste porque esta guerra durou muito tempo, quatro anos de 1914 a 1918!
Pedro D., 5.º A 

Comemoramos o Armistício de Compiègne, o tratado assinado entre os aliados e a Alemanha para por fim à Primeira Guerra Mundial. Fiquei impressionado e muito triste com o número de vítimas: mais de 20 milhões de mutilados e quase 10 milhões de soldados mortos!
Lucas D., 5.º A


terça-feira, 20 de novembro de 2018

Centenário do Armistício - 100 Years of Remembering WWI



Após o fim da Primeira Guerra Mundial, o Rei George V declarou que o dia 11 de novembro seria dedicado à lembrança daqueles que morreram na Grande Guerra e, desde então, o Remembrance Day ou Armistice Day é comemorado no Reino Unido e nos outros países da Commonwealth (Canadá, Austrália, Índia, África do Sul...). A papoila tornou-se o símbolo desse dia.
Nos campos das terríveis batalhas de Flandres (em França e na Bélgica) as sementes de papoila, há muito adormecidas, floresceram no chão como nunca. Este fenómeno inspirou o médico militar canadiano John McCrae a escrever o seu famoso poema In Flanders Fields, no qual a papoila, com o seu vermelho vivo, simboliza os nossos mortos de guerra.

We Will Remember Them!

Os alunos de 6.º e 9.º anos participaram na comemoração do Remembrance Day ou Poppy Day com os seus professores de Inglês e de Português. Um grupo de alunos do 9.º ano, a Ana, o Guilherme, a Maria e a Sofia apresentaram com muita expressividade, a todos os seus colegas e docentes do 2.º ciclo e  9.º ano o famoso poema de John McCrae, no "campo de papoilas" da BE e nas aulas de História, Ed. Visual e Cidadania.

In Flanders fields 
 
In Flanders fields the poppies blow
Between the crosses, row on row,
That mark our place; and in the sky
The larks, still brav
ely singing, fly
Scarce heard amid the guns below.


We are the Dead. Short days ago
We lived, felt dawn, saw sunset glow,
Loved and were loved, and now we lie
In Flanders fields.


Take up our quarrel with the foe:
To you from failing hands we throw
The torch; be yours to hold it high.
If ye break faith with us who die
We shall not sleep, though poppies grow
In Flanders fields.




quinta-feira, 8 de novembro de 2018

As três abóboras: apreciações críticas

 Dramatização de As três abóboras de António Torrado: apreciação global:


Gostei da história porque fala do campo e dos tempos passados, como era difícil viver naquela época. A minha personagem preferida é o camponês porque tem a ver com a minha família. Mostra como é cansativo trabalhar no campo, é preciso muita dedicação e tempo!
                                                                                       Joana G., 6.º A
Esta história é interessante e foi contada com sentido de humor e, por isso, tornou-a mais divertida.
Gredinmar A. , 6.º A

Gostei da história porque tem uma moral: quem trabalha imenso na terra, ou em outra coisa, tem direito recompensas. A minha personagem preferida é o camponês porque é uma pessoa generosa.
João L., 6.º A

Esta história foi muita adequada a esta altura do outono e mostra que todos vamos ser recompensados pelo trabalho que fazemos, como aconteceu com o camponês. que se mostrou também generoso e carinhoso com o mendigo. O que mais me impressionou foi a  representação da história pelos meus colegas, como a expressividade deles e a facilidade que tiveram em decorar todas as falas.
 Gabriela C., 6.º A

Esta história tem momentos muito divertidos, como quando os guardas, a mando do rei, puseram um saco na cabeça do emissário. Gostei de assistir à representação porque todos os atores eram meus amigos e queria ver como se saíriam.
J. P. Mateus C., 6.º A

O que mais me surpreendeu foi o trabalho que os meus colegas tiveram, a decorar as falas, e o tempo (necessário) que dedicaram aos ensaios. Todos eles conseguiram controlar os nervos e tiveram coragem de apresentar a peça em público, o que eu teria dificuldades em fazer!
Nicole C., 6.º A

Gostei de assistir à representação porque havia algumas partes divertidas e a peça estava bem representada. Os meus colegas conseguiram decorar o texto todo e, por isso, tiveram de mostrar muita responsabilidade. Também gostei do trabalho do meu colega responsável pela música, sabia quando eram os momentos certos, para isso é preciso estar atento!
 Carolina V., 6.º A
                               

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Outono em Festa!



Durante a última semana de outubro, os alunos celebraram o outono, a época de colheitas e o reavivar de costumes ancestrais. Realizaram várias atividades centradas na planta rainha desse mês (sobretudo no seu fruto), a abóbora. O desenvolvimento deste projeto resultou da articulação curricular e do trabalho colaborativo entre a BE e os professores de Português, Ciências Naturais, Educação Especial, EMRC, Inglês e Apoio ao Estudo com turmas e alunos do 1.º, 2.º e 3.º ciclo, valorizando assim os saberes e as experiências de todos. 

Nas aulas de Ciências Naturais, com o apoio dos seus professores,  Eugénia C. e  Isidoro R., as turmas do 2.º ciclo tiveram oportunidade de desenvolver uma metodologia experimental com a experiência de deteção de amido nos alimentos, nomeadamente na abóbora, na batata e no nabo, a partir da observação da reação do iodo ao amido. Os alunos de 6.º ano verificaram, ainda, a importância da abóbora na Dieta Mediterrânea e o seu contributo para uma alimentação completa, equilibrada e variada. Nas aulas de Matemática, as abóboras moranga e outras variedades envolveram-se em problemas e os alunos souberam encontrar soluções!




 As Três Abóboras (adaptada da obra Teatro às três pancadas de António Torrado), com o apoio precioso do aluno Duarte F. e do seu professor de AVD, prof. Álvaro A. para a confeção da abóbora milagreira. Todos os alunos da turma dedicaram-se à memorização do texto dramático e aos ensaios, com muito empenho, e conseguiram apresentar a peça a todas as turmas do 4.º, 5.º e 6.º anos e respetivos professores, que se mostraram deliciados com a representação. A dramatização deste conto trouxe, para esta celebração, o prazer de ver e ouvir histórias antigas e universais da tradição oral que atravessam gerações.
A turma do 6.º D, desafiados pela sua professora de Português Paula C. e pela PB, prepararam a  dramatização da peça


Na BE, os alunos do 6.º ano responderam, com o apoio da Equipa da BE, a perguntas sobre a origem da abóbora, as variedades conhecidas e consumidas em Portugal e a sua ligação à festa do Hallowe'en, no âmbito da literacia da informação, a partir da leitura, seleção e registo de informações essenciais dos documentos expostos na BE sobre essa planta.

Os alunos e professores de educação especial trouxeram para a comunidade escolar a confeção do famoso doce de abóbora e o jogo da Horta das Abóboras que conheceu muito sucesso e levou muitos alunos da escola a participar durante os seus intervalos.


quinta-feira, 24 de maio de 2018

II Festa do Livro de Caminha

Iniciou-se a II Festa do Livro de Caminha, uma organização conjunta da Biblioteca Municipal de Caminha e do Agrupamento de  Escolas S. Pais em parceria com a Livraria Bertrand de Viana do Castelo.

Os alunos do 4.º ano da nossa escola foram os primeiros a participar. Assistiram, com muito interesse, à apresentação da obra Água Doce, fluir com o rio pelas duas autoras, Danuta Wojciechowska ilustradora consagrada e premiada, e Joaninha Duarte. 
A obra "através de uma linguagem lúdica, jogos e atividades, assinala a importância e a urgência de proteger os cursos de água e os seus ecossistemas. Ao mesmo tempo destaca-se a riqueza deste património, do ponto de vista material e imaterial. Recorrendo a curtas narrativas, factos científicos, dicas e curiosidades, estimula-se a imaginação da criança e o seu sentido crítico perante o modo como usamos a água doce. Com esta ferramenta educativa, as autoras convidam à participação. Os desafios propostos procuram o envolvimento, por via do desenho, da escrita e da experimentação. De um modo abrangente, promove-se a criatividade da criança e a cidadania ativa, no contexto do desenvolvimento sustentável."(informações recolhidas de https://www.fnac.pt).

 
 Para saber mais, clica: Água Doce, fluir com o rio 





De seguida, foram os alunos do 2.º ciclo a deslocarem-se à Biblioteca Municipal de Caminha. Assistiram à leitura expressiva, acompanhada com música, da obra "As Naus de Verde Pinho" de Manuel Alegre, apresentada pelos alunos do 6.º A/B da EBS de Caminha.
Foram ainda recompensados os alunos que se destacaram em concursos escolares:

-Matilde Simões Seixas, aluna da EBS do Vale do Âncora, vencedora da fase distrital do Concurso Nacional de Leitura no seu escalão etário (2º ciclo) e representante do distrito de Viana do Castelo na final nacional a realizar em Pombal, no próximo dia 10 de junho;
-José Pereira, aluno da EBSde Caminha, menção honrosa no concurso "Uma Aventura Literária".

II Festa do Livro - Dia 3


Ler mais: https://bibcouraminho.webnode.pt/products/ii-festa-do-livro-dia-3/