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segunda-feira, 11 de março de 2019

Projeto "Nosso Mar": ciclo de conferências

O ciclo de conferências, no âmbito do projeto Nosso Mar, trouxe à Escola Básica e Secundária do Vale do Âncora a comunidade, numa parceria estreita entre o Agrupamento e o Município de Caminha, através da Biblioteca Municipal.
 Com obras publicadas que vincam a expressão da vocação marítima local, Aurora Botão Rego, Domingos Vasconcelos e Celestino Ribeiro, partilharam com alunos do 1º Ciclo ao Ensino Secundário os saberes que sustentam a sua produção. A 7 de fevereiro, na parte da manhã, Aurora Botão Rego marcou o arranque deste ciclo de conferência com a temática Fortes (Forte da Lagarteira e Forte do Cão). Aos alunos do 8º ano do terceiro ciclo do ensino básico, feita a diferença entre forte e castelo, foi esclarecido o enquadramento que levou à construção dos fortes costeiros, à sua tipologia, muito relacionado com a entidade que geriu a sua construção, não esquecendo a sua guarnição. A identificação dos lugares de ocupação demográfica e a posterior migração da população para as zonas mais costeiras, revelou-se um elemento de importância face à perceção que os alunos têm da ocupação atual do território local. Mais intrigante foi constatar a existência de registos de ações de pirataria e de captação de escravos por estas paragens. No mesmo dia, no período da tarde, Domingos Vasconcelos trouxe as embarcações de pesca aos 7º e 9º anos do terceiro ciclo do ensino básico. Percorrendo a importância dos portugueses pela sua afoita e intrépida ousadia de desafiar o mar, marcando toda uma época em que Portugal se afirmou de forma única no mundo, até à navegabilidade pensada na pesca, em geral, e, particularmente na pesca local. A masseira ancorense, inspirada na gamela galega, foi protagonista, assumindo-se como uma referência nos pescadores que corporizam uma classe caraterística de Vila Praia de Âncora. Domingos Vasconcelos percorreu ainda a história de ocupação do Vale do Âncora e a situação particular do Portinho de Vila Praia de Âncora, estrutura central na atividade piscatória e na comunidade ancorense. A 8 de fevereiro coube a Celestino Ribeiro partilhar com os alunos do 1º ciclo do ensino básico a “Experiência de vida do pescador”, versada na pesca do bacalhau no tempo da frota branca. Com emoção e citações de uma experiência marcante e de um registo agreste, impensável até aos olhos das realidades atuais, os alunos foram ondulando o encrespado mar de uma pesca que só a brandura poética consegue amainar. Do frio gélido da solidão, marcado por barcos de um homem só, os famosos dóris, passando pelo peixe que é ainda desconhecido de muitos, dada a realidade do bacalhau salgado e seco, tão característico do nosso país, de tudo se fez uma conversa que procurou o esclarecimento, dando resposta à curiosidade dos alunos. Dada a dimensão do projeto Nosso Mar e a sua influência no espaço da Escola Básica e Secundária do Vale do Âncora, este ciclo de conferências contou com um cenário identitário da pesca, tendo sido integrado nos espaços de acesso à Biblioteca Escolar, elementos reais e imagens que retratam a faina e a interação social na classe piscatória. 
JCR| GabCom





sexta-feira, 8 de março de 2019

Educação ambiental: a água, um recurso precioso



No âmbito da educação ambiental e da educação para a cidadania, foi promovida na nossa BE, uma atividade centrada na importância da água, no dia 16 de Janeiro de 2019. A sensibilização e a valorização deste precioso recurso natural centrou-se na obra “O Senhor Ribeiro e o Guarda-Rios” da autoria de Pedro Seromenho, com ilustrações de Sebastião Peixoto, editado pela Paleta de Letras. Esta obra integra um projeto aprovado pelo Ministério do Ambiente, em resultado de uma candidatura apresentada pela Águas do Norte, em parceria com o Município de Caminha.

Na presença da Sra. Vereadora da Educação da Câmara Municipal de Caminha, Dra. Liliana Ribeiro, e da Sra. Eng.ª Cristina Rocha, em representação da empresa Águas do Norte, e com a participação de todos os alunos do 2º, 3.º e 4º anos, foi apresentada a obra de forma original pelo próprio ilustrador e pela voz da contadora de histórias, Paula Guimarães.
Nesta sessão, alunos, docentes e participantes puderam acompanhar Sebastião Peixoto no seu trabalho de ilustrador que realizou, a carvão, o retrato de um dos protagonistas, o pássaro despertador. Seguiram dessa forma original a apresentação da história pela voz da Paula Guimarães.
Impulsionados pela obra, os alunos participaram com muito interesse no debate sobre os seus hábitos de consumo de água nas sua rotinas de higiene que a Sra. Eng Cristina Rocha proporcionou. Foram sensibilizado para a gestão cuidada deste recurso natural essencial à vida, para a preservação da água.
A completar a estratégia pedagógica seguida nesta iniciativa, foi igualmente apresentada uma aplicação para telemóvel (smartphones) que visa a redução do uso de água, integrando um simulador de consumo e a visualização de alertas sobre comportamentos e atitudes a ter no dia-a-dia.
Este projeto contando com os recursos da BE, envolveu alunos e docentes e contribui de uma forma lúdica e pedagógica para formação integral dos alunos do 1.º ciclo, globalmente, e a formação ambiental, em particular. Foram oferecidos  exemplares do livro e a ilustração realizada por Sebastião Peixoto.






sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Escola Segura: internet e dispositivos móveis

tendo por foco os alunos do 9º ano de escolaridade da EBS do Vale do Âncora, as operacionais da GNR - Guarda Nacional Republicana, desenvolveram um conjunto de três ações de sensibilização tendo como elemento central a utilização do telemóvel e da internet. Os problemas relacionados com as potencialidades dos diferentes equipamentos e da internet em si, hoje com alcances inimagináveis, acumulam situações de perigo que urge identificar, numa ação preventiva, para que não seja necessária a atuação policial para a resolução do problema já instalado. A privacidade assumiu-se central nesta abordagem dado o incomensurável número de aplicações diariamente instaladas nos telemóveis e que solicitam acesso a diversos dados, como os contactos. Por outro lado surgem os riscos associados à geolocalização que determinam a partilha da localização pessoal com terceiros ou o registo de hora e local nas fotografias tiradas com o telemóvel e rapidamente partilhadas nas redes sociais. As compras online e a partilha de ficheiros cujo download fornece o IP do próprio, deixando-o também, por essa via, localizado, aliada a outras questões de suscetibilidade comum à idade dos alunos, não foram esquecidas e espera-se que delas resulte uma melhor proteção de todos. 

 JCR | GabCom

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Concurso Nacional de Leitura 2018-19: resultados

Após a realização das provas de desempate, os alunos apurados são:

  • 4.º ano: Renata Silva (EB de Âncora)
  • 2.º ciclo: Mara Alves, 6.º B
  • 3.º ciclo: Margarida Costa, 7.º A
  • Ensino secundário: Letícia Pedreira, 11.º A
                            Parabéns a todos!

Concurso Nacional de Leitura 2018-19: prova de desempate

Os alunos dos vários ciclos de escolaridade, que se encontravam empatados, realizaram as respetivas provas de desempate, através de uma curta prova escrita a partir das obras selecionadas, para apurar quem serão os representantes do agrupamento na Fase Distrital do CNL.

Obras selecionadas:


 4.º ano



2.º ciclo




3.º ciclo



E. secundário

Grandes Leituras: histórias de Natal


Os Grandes Leitores fizeram descobriram aos alunos mais novos da escola (do 1.º ano) a história Sonho de Neve de Eric Carle ed. Kalandraka), que fala do inverno e, não podia deixar de ser, do Natal.
Os alunos curiosos seguiram os passos deste peculiar agricultor e dos seus animais resguardados no estábulo, debaixo de um manto de flocos de neve.
Desta vez, foram as alunas Ana Rita e Inês do 10.º A que animaram esta sessão de leitura e que souberam cativarem a atenção a atenção dos nossos espectadores.




sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Feira do Livro de Natal

Durante esta semana, de 3 a 8 de dezembro, todos os alunos, docentes e  funcionários da nossa escola e, ainda, muitos encarregados de educação participaram na feira do livro, organizada em parceria com a livraria Bertrand. De forma entusiástica e ativa, os alunos descobriram as novidades editoriais. 
Os mais novos foram brindados com a história Feliz Natal, Lobo Mau de Clara Cunha e recontaram com muita expressividade A que sabe a lua de Michael Grejniec.






Ccurso Nacional de leitura: fase escolar

Obras selecionadas:


Provas a nível da escola:
-alunos inscritos do 2.º, 3.º ciclos e ensino secundário: quarta-feira 5 de dezembro de 2018
-alunos inscritos do 4.º ano da EBS do Vale do Âncora e de Âncora (Lage): sexta-feira 7 de dezmebro de 2018





quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Projeto Nosso Mar

As Lendas do Mar deram mote a visita ao Nosso Mar. No passado dia 16 de novembro, os alunos das turmas do 3° ano da Escola Básica e Secundária do Vale do Âncora exploraram, junto ao Mar, mais uma Lenda do Mar, no âmbito da ação UMMAR de Trabalhos que, sob a orientação dos docentes Marília R.e António G., têm promovido a ligação ao Mar pela leitura.
O som, o cheiro, a visão ou o tacto, intensificaram e apelaram assim a uma atenção ímpar dada à segunda lenda do livro "Lendas do Mar", de José Jorge Letria, com o título "Grão a grão se trava o mar", lida junto ao Mar e explorada em momentos posteriores, em sala de aula, numa apropriação pedagógica que concorre para o projeto integrador Nosso Mar. 
 "UMMAR de Trabalhos" marca assim o trilho de aprendizagem que se têm afirmado, desde o início do ano letivo, na Escola e na Comunidade, justificando e valorizando o "Nosso Mar" como opção de influência local na construção dos saberes dos alunos da EBS do Vale do Âncora, aqui enriquecida pela ação exploratória da literatura.
Nesta atividade participaram ainda os alunos do 2°ano e do 4°ano, acompanhados pelos respetivos docentes titulares das turmas, professoras Cidália B. e Idalina P., bem como o coordenador de estabelecimento, professor Flamiano Martins. 




O mar é o espaço natural das viagens, dos sonhos, dos mistérios e das lendas. Ler estas lendas é conversar baixinho com o mar, num país que não pode ser contado nem imaginado sem ele.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Concurso Nacional de Leitura 2018/2019


A 13.ª Edição do Concurso Nacional de Leitura (CNL) decorre entre o dia 3 de outubro de 2018, data oficial de abertura, e o dia 25 de maio de 2019, dia da grande final, em Braga.
O objetivo central do Concurso Nacional de Leitura é estimular o gosto e os hábitos de leitura e melhorar a compreensão leitora. A iniciativa tem como destinatários alunos dos 1.º,2.º, 3.º ciclos do ensino básico e alunos do ensino secundário.

Cabe ao Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL2027) a iniciativa e o desenvolvimento do CNL, ao longo de quatro fases consecutivas:
Fase Escolar – engloba as provas nas escolas, fazendo intervir as Bibliotecas Escolares, com o apoio das Bibliotecas Públicas Municipais;
Fase Municipal – engloba as provas nos municípios, fazendo intervir as Bibliotecas Públicas Municipais, com o apoio das Bibliotecas Escolares;
Fase Intermunicipal – engloba as provas no território das Comunidades Intermunicipais (CIM) / Áreas Metropolitanas de Lisboa (AML) e do Porto (AMP), Regiões Autónomas dos Açores (RAA) e da Madeira (RAM), fazendo intervir as Bibliotecas Públicas Municipais, com o apoio das Bibliotecas Escolares;
Fase Nacional – conta com a participação de todos os parceiros e é constituída por uma prova que apurará cinco finalistas em cada nível de ensino, os quais serão, na cerimónia final, ordenados em função da avaliação de um júri nacional, a constituir para o efeito.

Para mais informações, consultar a página:
CNL 2018/19

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Centenário do Armistício

Escrita criativa:

Senti tristeza quando ouvi os poemas sobre a guerra, sobre pessoas como nós que morreram.
Estes poemas surpreenderam-me porque falam de soldados mortos a tiro, mas ao mesmo tempo, falam dos campos, da natureza. Acho que os poetas querem passar uma mensagem: mesmo com a guerra e as mortes, as flores continuam a florescer e os pássaros a cantar porque a vida continua. Os poemas dizem que foi preciso lutar e ganhar essa guerra para chegar à paz.
Gustavo R, 5.º A

Na comemoração do Armistício, com a leitura de vários poemas pelos alunos de sexto ano,  recebemos papoilas vermelhas. Descobrimos que as as papoilas, no Reino Unido, simbolizam o sangue derramado pelos soldados britânicos e, em França, o sacrifício dos soldados é simbolizado pela flor centáurea-azul.
Os poemas faziam-me sentir triste, principalmente os das papoilas floridas nos campos de Flandres.
Gabriel P., 5.º A
O que mais me marcou nesta comemoração foi o significado das flores que representam uma homenagem aos soldados que perderam a vida nos terríveis combates dessa guerra. As flores deram origem a campanhas de solidariedade para os sobreviventes. O símbolo da papoila vermelha nasceu do poema Campo de Flandres.
Mónica G., 5.º A

Este dia do Armísticio tornou-se o dia de lembrança em homenagem aos soldados e sobreviventes da Grande Guerra.
Entre esses homens homenageados, fiquei a saber que o Soldado Milhões era um soldado português e chamava-se Aníbal Milhais. Este soldado foi o mais condecorado em Portugal, devido à sua grande coragem na Primeira Guerra Mundial.
Afonso V., 5.º A

Senti desgosto ao saber que nesta guerra muitas pessoas morreram, muitos jovens. 
Surpreendeu-me a forma terrível como os soldados combatiam nas trincheiras. Este dia do Armistício é um dia triste porque esta guerra durou muito tempo, quatro anos de 1914 a 1918!
Pedro D., 5.º A 

Comemoramos o Armistício de Compiègne, o tratado assinado entre os aliados e a Alemanha para por fim à Primeira Guerra Mundial. Fiquei impressionado e muito triste com o número de vítimas: mais de 20 milhões de mutilados e quase 10 milhões de soldados mortos!
Lucas D., 5.º A


quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Centenário do Armistício da 1.ª Guerra Mundial: comemorações

"Somente aqueles que nunca deram um tiro, nem ouviram os gritos e os gemidos dos feridos, é que clamam por sangue, vingança e mais desolação. A guerra é um inferno."
William Sherman


No dia 16 de novembro de 2018 , todos os alunos do 5, 6.º e 9.º anos e do 10.º A reuniram na BE para comemorar o Centenário do Armistício da 1.ª Guerra Mundial, com os seus professores de Português, Inglês, História, Espanhol, Ed. Visual e Cidadania. 
Alunos do 9.º ano declamaram em Inglês, com muita expressividade, o famoso poema Flanders Fields de John McCrae, no "campo de papoilas" que floresceu nos espaços da BE (também o voltaram a apresentar em diversas aulas).  
De seguida,  foi a vez dos alunos das turmas de 6.º ano que revelaram muito empenho, aplicação e sentido de responsabilidade na apresentação dos textos. Declamaram a versão traduzida pela escritora Inês Pedrosa do poema Flanders Fields,  Nos Campos da Flandres e apresentaram vários testemunhos desse terrível conflito. Foram apresentados citações e mensagens de personalidades, como o famoso escritor Thomas Mann, contra a guerra
Foram declamados poemas, como “Chuva em Ypres” de João Pedro Mésseder (Homenagem do poeta à cidade belga Ypres, situada na região de Flandres onde decorreram quatro batalhas que consumiram a vida de milhares de pessoas). Foram ainda lidas cartas enviadas por jovens soldados portugueses do CEP  para relembrar que a guerra é mesmo um inferno e nada tem de virtual!
Esta comemoração permitiu, a partir de várias atividades de diferentes literacias  (História - visionamento do filme "Soldado Milhões" e contextualização do conflito,  Inglês - Poppy Day e poema Flanders Fields , Português - cartas, poemas e debates-reflexão, Ed. Visual/EDV - Poppy Day), aos alunos de compreender as relações entre o passado e o presente, aos docentes de consolidar práticas de trabalho colaborativo e a articulação entre ciclos de ensino e, ainda, de promover parcerias e projetos com o meio envolvente (Câmara Municipal de Caminha, Museu Municipal de Caminha...), e sobretudo, realçar a importância de princípios e valores fundamentais como a tolerância, o respeito pela diferença e a paz.


terça-feira, 20 de novembro de 2018

Centenário do Armistício - 100 Years of Remembering WWI



Após o fim da Primeira Guerra Mundial, o Rei George V declarou que o dia 11 de novembro seria dedicado à lembrança daqueles que morreram na Grande Guerra e, desde então, o Remembrance Day ou Armistice Day é comemorado no Reino Unido e nos outros países da Commonwealth (Canadá, Austrália, Índia, África do Sul...). A papoila tornou-se o símbolo desse dia.
Nos campos das terríveis batalhas de Flandres (em França e na Bélgica) as sementes de papoila, há muito adormecidas, floresceram no chão como nunca. Este fenómeno inspirou o médico militar canadiano John McCrae a escrever o seu famoso poema In Flanders Fields, no qual a papoila, com o seu vermelho vivo, simboliza os nossos mortos de guerra.

We Will Remember Them!

Os alunos de 6.º e 9.º anos participaram na comemoração do Remembrance Day ou Poppy Day com os seus professores de Inglês e de Português. Um grupo de alunos do 9.º ano, a Ana, o Guilherme, a Maria e a Sofia apresentaram com muita expressividade, a todos os seus colegas e docentes do 2.º ciclo e  9.º ano o famoso poema de John McCrae, no "campo de papoilas" da BE e nas aulas de História, Ed. Visual e Cidadania.

In Flanders fields 
 
In Flanders fields the poppies blow
Between the crosses, row on row,
That mark our place; and in the sky
The larks, still brav
ely singing, fly
Scarce heard amid the guns below.


We are the Dead. Short days ago
We lived, felt dawn, saw sunset glow,
Loved and were loved, and now we lie
In Flanders fields.


Take up our quarrel with the foe:
To you from failing hands we throw
The torch; be yours to hold it high.
If ye break faith with us who die
We shall not sleep, though poppies grow
In Flanders fields.