quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Comemoração do Ano Novo Chinês

Filme apresentado no Teatro Municipal Valadares de Caminha aos alunos e à Comunidade:


 Críticas dos nossos alunos ao filme "Pequenas Flores Vermelhas":

  O filme passa-se num infantário onde um menino, chamado Qiang, foi deixado para sempre porque os seus pais não tinham tempo para cuidar dele.
   Gostei imenso da imaginação de Qiang, quando ele disse que voou da janela ou quando fez todas as crianças pensarem que a educadora era um monstro que comia meninos. O que eu gostei menos foi quando as meninas gozaram com ele e, no fim, se deita em cima de uma pedra num total abandono.
   Gostei muito da história porque é um exemplo do que se passava antigamente e daí se pode tirar uma lição de vida.

António C. 6.º A


  O filme que eu vi chamava-se “Pequena Flores Vermelhas”.
  Quando comecei a ver que o filme achei-o um bocadinho triste.
 Falava de um menino que se chamava Quiang. Ele, no início, era amigo das outras crianças do infantário onde foi deixado (até me parecia um bocado apaixonado por uma colega), mas despois tornou-se um rebelde.
  Este filme termina mal, com Qiang sozinho e abandonado.
Ana B. O. 6ºA 
 
  O filme “Pequenas flores vermelhas” é sobre Qiang, um menino chinês de quatro anos, que foi levado pelo pai para um infantário.
  Lá começou, então, um período difícil da sua vida. A diretora do infantário cortou-lhe a trança, as outras crianças pregaram-lhe partidas, não brincavam com ele nem aceitavam os seus presentes. Qiang como tinha dificuldade em se adaptar às regras, acabou por fazer asneiras e ser castigado.
  O aspeto que menos gostei do filme foi quando Qiang bateu nos seus colegas. O que gostei mais foi quando o Qiang disse a todos que a diretora era um monstro.
  Eu dou cinco estrelas ao filme porque eu gostei dele, apesar de não compreender o fim.
Bruno O. 6ºB  
 

   O filme falava sobre um menino de quatro anos chamado Qiang. Esse menino foi deixado pelo pai num infantário. Ninguém queria brincar com ele, apesar de ele tentar ser amigo das outras crianças. Um dia uma menina começou a brincar com ele, mas a irmã dela impediu a brincadeira pois não gostava dele. Qiang acabou por fugir do infantário, preferindo a solidão e o isolamento. A imagem final, de Qiang adormecido, com a cabeça apoiada numa pedra, chocou-me. Não estava à espera que o final fosse assim, pensei que iria ser diferente, mas eu gostei do filme. 
Joana L. 6.ºB


   O filme que eu fui ver no Teatro Valadares chamava-se “Pequenas flores vermelhas” e contava a história de um menino chamado Qiang, de 4 anos, que foi deixado pelo pai num infantário.
  Ele era um pobre rapazinho a quem todas as crianças do infantário chamavam nomes, principalmente “anormal”. Ele sentia-se sozinho, sem ninguém para brincar. Os meninos e meninas conheciam as regras e, por esse motivo, recebiam como prémio pequenas flores vermelhas, mas Qiang nunca ganha nenhuma porque não sabia como agir. Como ninguém gostava dele, como se sentia perdido naquele lugar sem amor, então ele começou a tornar-se mau para com as outras crianças e sofreu as consequências. Eu aprendi algumas palavras em chinês e gostei de algumas ações do miúdo, mas havia de haver mais privacidade para as partes masculinas. Eu adorei o filme e se pudesse dar estrelas como os críticos de cinema, dava-lhe 4 estrelas.
Miguel Q. 6.º B

Este filme começa com um menino a chorar. O que é triste. Na minha opinião, este filme não é educativo e também não é apropriado para os adolescentes da nossa idade. Aquilo que foi mostrado era muito duro, e ainda bem que era na China e não em Portugal.
    Neste filme predominam os aspetos negativos, tanto na linguagem como no modo de educação dos menores, por isso concluo que este filme não é o ideal para alunos da nossa faixa etária. 
                                                                                                                                                                                         Ana R.  6º A

   Eu gostei muito deste filme, porque fala como era um infantário na China na década de 40, onde um menino chamado Fan Qiang é largado pelo pai e procura criar amigos.
   Eu achei interessante o tipo de roupa que vestiam (meninos e as meninas de andavam sem a parte de baixo da roupa) e o modo como faziam a sua higiene diária antes de dormir (um de cada vez, ao toque de um apito, iam limpar o rabinho junto da educadora). Foram muitas as vezes que me ri…                                                                                          
 Eric C. 6.º A 


    Este filme fala de Quiang, um rapaz chinês de quatro anos, que é levado para o infantário. Lá, Quiang, tenta ser amigo de todos mas é rejeitado, mesmo quando encontra uma flor e tenta dá-la a uma colega.

   É então que Qiang se revolta e adota uma atitude agressiva para com todos. Como consequência as educadoras isolam-no dos outros meninos e, então, ele decide fugir e acaba por ficar abandonado na rua.

   Eu gostei bastante do modo como aquele menino tenta mostrar os seus sentimentos e interagir com as outras crianças. Não gostei que os pais de Qiang não tivessem possibilidades de criá-lo.

  Este filme fez-me pensar como era a vida na China há mais de 40 anos, as brincadeiras dos mais pequenos, os seus comportamentos e a forma como eram tratados.
Fábio G. 6.º A 

    O filme “Pequenas Flores Vermelhas” fala de um menino chinês, de quatro anos, que vivia com o pai e a avó. Quando a avó se foi embora, o pai, que trabalhava, não tinha tempo para cuidar do filho. Resolveu, então, pô-lo num infantário, onde foi difícil ambientar-se e compreender as regras.

   Não gostei do filme, porque o menino ficou “isolado” dos outros alunos e também porque ninguém se preocupava com ele. Fiquei triste com a sua infelicidade e incapacidade de fazer amigos. Contudo, ele também não agiu corretamente, foi mau par os colegas pensando que assim gostariam dele.
Bruna P. 6.º A


O filme que eu fui ver chama-se ``Pequenas flores vermelhas´´. Vi-o no Teatro de Valadares, no dia 30 de janeiro de 2014.
   O filme mostra-nos como as crianças eram cuidadas nos infantários na China, durante o período do regime Mao. Neste filme os aspetos que eu mais gostei foi quanto duas meninas puseram o Quiang, um menino de quatro anos, numa janela do quarto ele começou a rir-se para a educadora. Nesse filme, os aspetos que eu menos gostei foi ver o modo como as crianças eram tratadas.
   Eu gostei deste filme porque na realidade o Quiang queria ter sossego e paz como eu. Recomendo este filme a quem é interessado em filmes históricos ou sobre crianças.
Tatiana S. 6.º A

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Trabalhos realizados pelas turmas do 5.º A, 5.º C e 6.º C orientados pelos seus professores de Educação Visual e Educação Tecnológica, expostos na EB do Vale do Âncora e no Teatro Municipal Valadares de Caminha e muito elogiados:





















 Ano Novo Chinês:Teatro e Cinema no Valadares





terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Ano Novo Chinês

   As Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas Sidónio Pais comemoraram nos dias 30 e 31 de janeiro o Ano Novo Chinês. 
   Cinco séculos atrás, em 1513, Jorge Álvares foi o primeiro português a chegar à China. Poucas décadas depois, após a normalização das relações comerciais, a feitoria de Macau passou a ser o ponto de contacto privilegiado entre os dois povos. Foi com base neste relacionamento entre portugueses e chineses que o Ocidente de então conheceu o mundo Oriental.
   No tempo contemporâneo, após o restabelecimento das relações diplomáticas entre o novo Portugal democrático e a República Popular da China, em 1979, a questão de Macau esteve no centro das relações entre os dois países até à transferência da soberania daquele território, em dezembro de 1999. Desde aí, têm-se vindo a aprofundar as relações económicas e culturais entre Portugal e a China, nomeadamente através da emigração chinesa para o nosso país, sendo que na atualidade são significativos os interesses chineses na economia portuguesa.
   Pouco se sabe sobre os contactos específicos entre o concelho de Caminha e a China ao longo dos tempos, que podem ter existido mercê do conhecido envolvimento da vila marinheira da foz do Minho nos negócios do grande comércio marítimo internacional de quinhentos. Mais perto do nosso tempo, no início do século XX, um episódio curioso quase fazia do renomado músico ancorense Joaquim Fernandes Fão o autor da música do hino da República chinesa em 1918.
   Enfim chegados a este dealbar do século XXI, o concelho conta hoje no seu tecido económico com diversos comerciantes chineses nas vilas de Caminha e da Praia de Âncora, aqui instalados com as suas famílias à procura de melhores condições de vida, razão bem nossa conhecida, emigrantes como sempre fomos. Contribuindo com o seu trabalho e esforço para a riqueza do município, os seus filhos frequentam as escolas do Agrupamento, evidenciando-se pela postura cívica exemplar e reconhecida aplicação nos estudos.
   Entre várias atividades destinadas à comunidade escolar, realizou-se no Teatro Municipal Valadares uma noite de cinema, na sexta-feira 31, onde foi apresentado o filme chinês "Pequenas Flores Chinesas", de Zhang Yuan. Esta atividade foi dedicada aos pais, alunos, professores e a comunidade em geral.
   A comemoração do Ano Novo Chinês de 2014, de 30 para 31 de janeiro, grande momento festivo para o povo chinês, no seu país e na diáspora, constituiu o pretexto ideal para a comunidade escolar e a população em geral aprofundar o conhecimento cultural e social sobre a China de hoje.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Poesia...


Quando a inteligência fugiu

Passaram horas dias, dias,                            Eram problemas aqui,
Meses e até anos                                           Discussões acolá
As pessoas ainda estudavam                        O amor, a amizade
O porquê de tantos danos.                             Ninguém sabe onde está.               

O que tudo conheciam                                   Agora as pessoas
Agora desapareceu                                       Já não estão preocupadas
Ninguém sabe onde está                               Com tudo o que se passa
Porque já tudo morreu.                                  Com as coisas passadas.

Já se foram os idosos                                    Os sábios do passado
O cérebro deste mundo                                 As pessoas do futuro
Já não resta nada                                          Já ninguém comanda nada
Já foi tudo, tudo.                                            Já ninguém comanda o mundo.



Do presente, ao futuro


No presente era tudo assim                             Era tudo muito lindo,                        
Ás cores sem cinzento.                                    Um mundo sem igual.
Havia casa para todos                                     Agora somos assim
Ninguém ficava ao relento.                              Em nós existe mal.

Do presente, ao futuro …                               Do presente, ao futuro …

As árvores verdes, enormes                          Os sem abrigo de hoje
Com o seu tronco comprido,                          Em tempos foram felizes
Enchiam a primavera.                                    Agora são assim,
Agora tudo estava arrependido!                    Todos tristes, infelizes.

Do presente, ao futuro...                                 Do presente, ao futuro …
                                                
                                                A vida é assim
                                                Muitos gostam de dar voltas
                                                Mas nós crianças de hoje
                                                Faremos com que dê poucas.

                                               Do presente, ao futuro …




                     Bruna, 5.º B

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Não Quero Usar Óculos de Carla Maia de Almeida



    " (...) Inspirei-me nas minhas vivências, uma vez que comecei a usar óculos muito cedo. Não foi agradável ser “quatro olhos” desde tão cedo. Era um incómodo muito grande, agravado pelo fato de a moda infantil de meados os anos 1970 ser uma tristeza. Não havia óculos coloridos e com figurinhas, como agora… 
    Vendo aqueles óculos feios e pesados que fui obrigada a usar – coisa que agradeço aos meus pais! –, um dia lembrei-me de desenhar os óculos que eu gostaria de ter tido, acrescentando-lhes o elemento mágico e simbólico que acaba por sustentar todo o conceito do livro.
   Na verdade, por mais egoísta que isso possa parecer, o livro foi escrito para mim, não foi para os meninos que não querem usar óculos. Não me desagrada que tenha essa função utilitária, mas a primeira intenção não foi essa.
    Desde o início, quando comecei a fazer os esboços dos óculos, ao mesmo tempo em que ia escrevendo, senti que a ilustração do André Letria se adequaria perfeitamente ao que eu queria fazer. 
  Precisava de alguém que conseguisse inserir expressividade num objeto banal, mantendo essa homogeneidade plástica ao longo do livro. Só um ilustrador experiente e talentoso como o André conseguiria fazer isso! 
    Ele gostou da ideia e, a partir daí, o entendimento foi muito fácil, também graças ao apoio do nosso editor (José Oliveira, da editora portuguesa na Caminho). Partimos dos raquíticos esboços que eu tinha feito, abandonamos certas ideias, o André acrescentou outras e se texto e imagem ficaram tão entrosados, foi porque houve um verdadeiro trabalho de parceria. (...)"

 Excerto da entrevista a autora Carla Maia de Almeida publicada no sítio: http://editora.globo.com

    Os alunos da turma 4 mostraram-se solidários com a personagem da obra e usaram a sua imaginação para produzir uns óculos muito originais e, assim, aliviar a preocupação de Tigy!
   

Lembrando o Advento na BE...

     Lembrando a tradição (de origem germânica) do Calendário do Advento, preparámos o Natal na BE. As turmas do 3.º e 4.º ano, depois de terem explorado o texto informativo sobre o Advento, elaboraram o seu próprio calendário e ouviram a surpreendente história O  Pequeno Pai Natal da autora finlandesa Anu Stohner. Os alunos ouviram a luta, contada pela voz do seu colega de 4.º ano Ricardo, do habitante mais pequeno da aldeia dos pais natais. Esse pai Natal mais pequeno vivia frustrado, pois nunca mais lhe era dada a responsabilidade de sair no seu trenó, puxado por renas, e distribuir prendas às crianças. Até que, naquele Natal, os alunos descobriram que tudo foi diferente...



quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Sonho de Neve de Eric Carle


    
      Os alunos do 1.º ano descobriram a história de Sonho de Neve pela voz dos seus colegas de 4.º ano, Fernando, Francisco e João Paulo. Deliciaram-se com as ilustrações intensas e vistoasa e com as folhas de acetato, adornadas com manchas de cor branca e que se sobrepõem às ilustrações, qual mantos de neve, cobrindo não só o agricultor, o protagonista da história, como também os seus animais domésticos. E no final da história, o livro apresentou uma surpresa com uma pequena melodia natalícia que se soou suavemente.
      A partir da capa acetinada da obra que contrasta com a rugosidade dos fragmentos têxteis nela colados, a imitar flocos de neve, os alunos confecionaram grinaldas de flocos de neve, a partir de bolas de esferovite, de pequenos discos de algodão e fios de algodão branco. E foi assim que as janelas da nossa biblioteca se cobriram de flocos de neve!