segunda-feira, 2 de março de 2015

Escrita criativa a partir do filme "A Rapariga que Roubava Livros" e do Livro "A História de Erika"

Os alunos de sexto ano criaram a sua própria sinopse do filme e escreveram textos de opinião sobre a história de Liesel.

SINOPSES:

Esta história fala de uma rapariga, Liesel Meminger, que fica órfã por causa das ordens de Hitler. Liesel é, então acolhida por um casal, e muda –se para uma pequena vila alemã.
Aos poucos, Liesel começa a habituar-se à vila e faz novas amizades. Liesel, com a ajuda do seu pai adotivo, começa a descobrir a leitura e o seu gosto pelos livros e mais tarde com Max, o seu amigo judeu que a família ajuda, protege e esconde dos nazis.
Será que a paixão de Liesel pelos livros a irá colocar em perigo?
Um filme de Brian Percival, a não perder a emocionante história de Liesel!
Beatriz S.
 
O filme A Rapariga que roubava livros conta a vida infeliz de Liesel, desde a morte do seu irmão até ser deixada pela mãe e adotada por uma família alemã. Aprende a ler, a partir do seu primeiro roubo, com o seu pai adotivo que lhe desperta o gosto pela literatura. É sempre acompanhada pelo seu estimado amigo, Rudy, primeiro fã do atleta Jesse Owens.
Com a morte a narrar este drama e que levará a família, os amigos e vizinhos de Liesel, descubra todos os instantes da vida desta rapariga que roubava livros.
Bruna P.

O filme A Rapariga que roubava livros trata da Segunda Guerra Mundial. Liesel, tal como desvenda o título do filme, roubava livros. Ela não sabia ler mas o seu pai adotivo ensinou-a. Foi aí que Liesel se apaixonou pelas leituras, tal como um amigo seu chamado Max, que vivia escondido do Hitler e dos nazis.
Inês M.

O filme conta a história de uma jovem rapariga consegue sobreviver em Munique, território da Alemanha nazi, através de livros que ela própria roubava. Com a ajuda do seu pai adotivo, ela consegue aprender a ler. A rapariga, Liesel Meminger, também partilha os livros com os vizinhos quando há bombardeamentos e com um judeu, Max, que consegue esconder a sua origem judia para não ser morto pelos nazis.
Márcia S.

TEXTO DE OPINIÃO:
Gostei do filme porque foi original. Fez-me chorar muito, principalmente, quando caíam bombas do ceú, quando pensei que o pai adotivo de Liesel ia morrer no camião e, no final, os pais adotivos e os amigos da Liesel foram ter com a Morte.
Ana Rita C.


Eu gostei do filme porque, ao falar da 2.ª Guerra Mundial, o filme prova que a guerra não é o que pensamos, não são só batalhas, são também soldados, famílias e pessoas que sofrem. Além disso, é um tema que me interessa.
Também gostei da ideia de ser a Morte a narrar a história. Foi muito original e adorei a paixão de Liesel pela leitura e pelos livros.
Beatriz S.


Gostei do filme porque foi interessante e original. Adorei ver a morte a narrar este drama e a maneira como Liesel gostava de ler, ao ponto de roubar livros para mantê-la viva e ao seu amigo judeu, Max.
Bruna P.


Gostei do filme porque a história é interessante. Além disso, mostra-nos como foi viver na Alemanha, durante a Segunda Guerra Mundial, assim como o ódio existente contra os judeus e a crueldade da política nazi.
Hugo G.

Tenho de admitir que adorei este filme. Gostei como conseguiram, de um momento par o outro, mostrar como Liesel tinha crescido. Não gostei de ver a cena em que os nazis queimam os livros, pois foi um desperdício de conhecimento. Fiquei com imensa raiva de Hitler. Mas enfim, gostei.
Márcia S.

A HISTÓRIA DE ERIKA

A História de Erika é um livro muito triste. Fala de uma criança judaica que nasce no Holocausto. Quando era bebé, Erika e os seus pais foram levados para um campo de concentração, mas durante a horrível viagem, os pais tomaram uma decisão muito difícil. Abandonaram a filha numa estação de comboio. Pessoas, que estavam na estação, presenciaram tudo. Uma mulher bondosa acolheu-a e deu-lhe o nome de Erika. Foi daí então que Erika pude viver uma vida normal.
Guilherme R.


terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Concurso "Ortografia é Comigo!"

Resultados da prova de janeiro de 2015:




terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto














Holocausto: naõ devemos esquecer

Os alunos do 5.º e 6.º anos, nas disciplinas de História e de Português e com a BE, comemoram, a partir desta terça-feira, o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, instituído em 2005 por uma resolução das Nações Unidas e adotado pela União Europeia, no mesmo ano. 

 Os alunos irão evocar as crianças vítimas do Holocausto e lembrar heróis portugueses que salvaram vidas e que lutaram contra o nazismo, a partir do visionamento do filme "A Rapariga que roubava livros", dos materiais produzidos e selecionados pela BE, da mostra de documentos da BE e da leitura orientada das obras do Plano Nacional de Leitura, "A História de Erika" de Ruth Van Zeler e "Aristides de Sousa Mendes, homem de coragem" de José Jorge Letria.
















Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto



Comemora-se, no dia 27 de janeiro, o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. Este dia é consagrado à memória das vítimas do Holocausto e à prevenção dos crimes contra a humanidade.

Foi a 27 de janeiro de 1945 que as tropas soviéticas libertaram o mais mortífero de todos os campos de extermínio, o campo de Auschwitz-Birkenau, situado na Polónia.

A Organização das Nações Unidas (ONU), composta por 193 estados, resolveu, em novembro de 2005, lembrar e homenagear as vítimas do Holocausto na data aniversário da libertação do campo de concentração Auschwitz-Birkenau. Dessa forma, a ONU recorda os seis milhões de Judeus e todas as outras vítimas do extermínio nazi (ciganos, homossexuais, deficientes, comunistas, eslavos, russos, prisioneiros de guerra e todos aqueles que lutaram contra Hitler e o nazismo).

Através desta comemoração, a ONU condena também todas as manifestações de intolerância religiosa, incitamento, perseguição ou violência contra pessoas ou comunidades por causa da sua origem étnica ou crença religiosa, destacando os perigos do anti-semitismo e de qualquer tipo de ódio.

A comemoração do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto promove, assim, a educação dos jovens para o respeito dos Direitos Humanos, da tolerância e do respeito mútuo entre pessoas e povos. Recorda igualmente os heróis do Holocausto, que arriscaram as suas vidas e as das suas famílias para salvar as de outros.

Homens como os diplomatas portugueses Aristides de Sousa Mendes (cônsul em Bordéus – França, de 1938 a 1940), Carlos Sampaio Garrido (embaixador em Budapeste – Hungria, de 1939 a 1944) e Alberto Teixeira Branquinho (embaixador em Budapeste – Hungria, 1944) são um exemplo de coragem e de como devemos exercer o nosso dever de responsabilidade e de protecção para com os que são descriminados e perseguidos.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Cinema na BE!




















Nos dias 24 e 31 de janeiro de 2015, os alunos de 5.º e 6.º anos irão descobrir a história de Liesel, protagonista do filme A Rapariga que Roubava Livros, adaptado a partir da obra do escritor Markus Zusak.

"(...) Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para adopção, que já tinha passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irmão. Foi aí que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonará e que a ajudarão a superar as dificuldades da vida, dando um sentido à sua existência. Quando o roubou, ainda não sabia ler, será com a ajuda do seu pai, um perfeito intérprete de acordeão que passará a saber percorrer o caminho das letras, exorcizando fantasmas do passado. (...)  Um livro soberbo que prima pela originalidade e que nos devolve um outro olhar sobre os dias da guerra no coração da Alemanha e acima de tudo pelo amor à literatura." 
(informação recolhida a partir da sinopse do livro publicada no sítio: http://www.wook.pt/)

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014