sexta-feira, 20 de março de 2015

Semana da Leitura: O Teatro do Joaquim




   O "Óscar" e o "Jardineiro Joaquim" deram um belo espetáculo de poesia e humor que, por vezes, levaram às gargalhadas as seis dezenas de meninas e meninos ancorenses do Jardim de Infância de Vila Praia de Âncora. Um final em beleza para uma grande iniciativa do professor Fernando Borlido, com o aluno Leonel Dias, a que as Bibliotecas Escolares do agrupamento e o Departamento do Ensino Especial deram todo o apoio.


Semana da Leitura: encontro com o escritor Júlio Borges


   Os alunos dos 4.º e 5.º anos participaram num workshop com o escritor Júlio Borges, autor do livro "O País sem Números" da editora Opera Omnia, no dia 12 de março. 
   Para prepararem o encontro e conheceram o trabalho do autor, os alunos realizaram debates a partir do título da obra, nas aulas de matemática, e produziram textos diversos e criativos, nas aulas de Português.






   Com muita curiosidade e atenção,os alunos ouviram as informações sobre o persurso pessoal e profissional do autor. Participaram com grande entusiasmo nos pequenos desafios que o escritor lançou (resolveram um pequeno problema recorrendo à multiplicação e verificaram, com muita surpresa, que a matemática está presente até nas figuras geométricas da solas das suas sapatilhas!)

Escrita Criativa






Semana da Leitura: PALAVRAS DO MUNDO



                                                                                            Cartaz graciosamente elaborado por Maria Vaz, designer gráfica.

quinta-feira, 5 de março de 2015

Escrita criativa: um herói português!

Um Herói Português

   Aristides de Sousa Mendes foi cônsul português em Bordéus. Nasceu a 19 de julho de 1885 em Cabanas de Viriato, perto de Viseu.
   Na minha opinião, Aristides de Sousa Mendes fez muito bem em desobedecer às ordens de Salazar, quando começou a distribuir vistos aos refugiados judeus que fugiam de Hitler.
   Esteve sem comer e ficou muito cansado porque passou três dias a salvar pessoas. Mas não foi fácil para o cônsul português tomar essa decisão, porque sabia que ia ser castigo.
   Aristides de Sousa Mendes foi um grande herói, sacrificou a sua própria vida pelos outros.
   É um grande exemplo para nós!
Ana Beatriz O.


Um Homem de Coragem!

   Aristides de Sousa Mendes, cônsul de Bordéus em França em 1940, ficou conhecido por ter salvo cerca de 30 000 vidas durante a Segunda Guerra Mundial, prejudicando-se a si próprio.
   Na minha opinião, Aristides de Sousa Mendes foi um homem bom e corajoso. Emitindo vistos a refugiados judeus e comunistas, perseguidos pelas tropas  nazis de Hitler, evitou que eles fossem mortos. Foi afastado da diplomacia por Salazar que o impediu de trabalhar, prejudicando a si e à sua numerosa família. Morreu na miséria.
   O diplomata teve um ato de coragem, foi um verdadeiro herói!
Inês R.


Aristides de Sousa Mendes

   Aristides de Sousa Mendes foi um grande herói, salvou muitas vidas durante a II Guerra Mundial, servindo vistos e alimentos.
   Na minha opinião, ele foi um homem muito corajoso, gentil e humano. Pois, não se importou com a religião das pessoas perseguidas nem com a sua raça.
   Eu, antes de ler e estudar a obra, não o conhecia mas agora conheço-o o suficiente para dizer que Aristides de Sousa Mendes foi digno!

Rui C.

quarta-feira, 4 de março de 2015

...brr que frio!


   Muitos alunos portugueses passam frio e são sujeitos a uma má qualidade de ar dentro das salas de aula, revela um estudo da associação portuguesa para a defesa dos consumidores Deco, segundo o qual quatro em cada cinco escolas têm temperaturas baixas e excesso de humidade no ar.
   Estas são as principais conclusões de dois estudos realizados com base em 40 salas de 20 escolas de todo o país, realizados em Fevereiro, e agora publicados nas revistas “Pro Teste” e “Teste Saúde”.
   De acordo com a Deco, muitas escolas portuguesas são frias, húmidas e com ar interior de má qualidade, os edifícios estão degradados e não têm ventilação adequada. "Em 16 das 20 escolas estudadas, há excesso de humidade no ar e temperaturas baixas", tendo numa das salas de aula chegado a registar-se 13ºC. 
   Na origem dos maus resultados relativamente ao aquecimento poderão estar defeitos de construção, adianta a associação.
   Os resultados deste estudo foi já remetido pela associação aos ministérios da Educação, Obras Públicas e Saúde, para que sejam tomadas as medidas necessárias.

  (informaçãoes retirados da página: http://www.publico.pt/)

Os alunos da turma A do quinto ano são, também eles, testemunhos do frio e da humidade que vigoram nas instalações da nossa escola e resolveram pedir o apoio da Junta de Freguesia e da Câmara Municipal de Caminha através da seguinte carta: 



Concurso "Ortografia é Comigo!"

Resultados da prova do mês de fevereiro 2015:


segunda-feira, 2 de março de 2015

Escrita criativa a partir do filme "A Rapariga que Roubava Livros" e do Livro "A História de Erika"

Os alunos de sexto ano criaram a sua própria sinopse do filme e escreveram textos de opinião sobre a história de Liesel.

SINOPSES:

Esta história fala de uma rapariga, Liesel Meminger, que fica órfã por causa das ordens de Hitler. Liesel é, então acolhida por um casal, e muda –se para uma pequena vila alemã.
Aos poucos, Liesel começa a habituar-se à vila e faz novas amizades. Liesel, com a ajuda do seu pai adotivo, começa a descobrir a leitura e o seu gosto pelos livros e mais tarde com Max, o seu amigo judeu que a família ajuda, protege e esconde dos nazis.
Será que a paixão de Liesel pelos livros a irá colocar em perigo?
Um filme de Brian Percival, a não perder a emocionante história de Liesel!
Beatriz S.
 
O filme A Rapariga que roubava livros conta a vida infeliz de Liesel, desde a morte do seu irmão até ser deixada pela mãe e adotada por uma família alemã. Aprende a ler, a partir do seu primeiro roubo, com o seu pai adotivo que lhe desperta o gosto pela literatura. É sempre acompanhada pelo seu estimado amigo, Rudy, primeiro fã do atleta Jesse Owens.
Com a morte a narrar este drama e que levará a família, os amigos e vizinhos de Liesel, descubra todos os instantes da vida desta rapariga que roubava livros.
Bruna P.

O filme A Rapariga que roubava livros trata da Segunda Guerra Mundial. Liesel, tal como desvenda o título do filme, roubava livros. Ela não sabia ler mas o seu pai adotivo ensinou-a. Foi aí que Liesel se apaixonou pelas leituras, tal como um amigo seu chamado Max, que vivia escondido do Hitler e dos nazis.
Inês M.

O filme conta a história de uma jovem rapariga consegue sobreviver em Munique, território da Alemanha nazi, através de livros que ela própria roubava. Com a ajuda do seu pai adotivo, ela consegue aprender a ler. A rapariga, Liesel Meminger, também partilha os livros com os vizinhos quando há bombardeamentos e com um judeu, Max, que consegue esconder a sua origem judia para não ser morto pelos nazis.
Márcia S.

TEXTO DE OPINIÃO:
Gostei do filme porque foi original. Fez-me chorar muito, principalmente, quando caíam bombas do ceú, quando pensei que o pai adotivo de Liesel ia morrer no camião e, no final, os pais adotivos e os amigos da Liesel foram ter com a Morte.
Ana Rita C.


Eu gostei do filme porque, ao falar da 2.ª Guerra Mundial, o filme prova que a guerra não é o que pensamos, não são só batalhas, são também soldados, famílias e pessoas que sofrem. Além disso, é um tema que me interessa.
Também gostei da ideia de ser a Morte a narrar a história. Foi muito original e adorei a paixão de Liesel pela leitura e pelos livros.
Beatriz S.


Gostei do filme porque foi interessante e original. Adorei ver a morte a narrar este drama e a maneira como Liesel gostava de ler, ao ponto de roubar livros para mantê-la viva e ao seu amigo judeu, Max.
Bruna P.


Gostei do filme porque a história é interessante. Além disso, mostra-nos como foi viver na Alemanha, durante a Segunda Guerra Mundial, assim como o ódio existente contra os judeus e a crueldade da política nazi.
Hugo G.

Tenho de admitir que adorei este filme. Gostei como conseguiram, de um momento par o outro, mostrar como Liesel tinha crescido. Não gostei de ver a cena em que os nazis queimam os livros, pois foi um desperdício de conhecimento. Fiquei com imensa raiva de Hitler. Mas enfim, gostei.
Márcia S.

A HISTÓRIA DE ERIKA

A História de Erika é um livro muito triste. Fala de uma criança judaica que nasce no Holocausto. Quando era bebé, Erika e os seus pais foram levados para um campo de concentração, mas durante a horrível viagem, os pais tomaram uma decisão muito difícil. Abandonaram a filha numa estação de comboio. Pessoas, que estavam na estação, presenciaram tudo. Uma mulher bondosa acolheu-a e deu-lhe o nome de Erika. Foi daí então que Erika pude viver uma vida normal.
Guilherme R.