segunda-feira, 11 de abril de 2016

E se fosse eu?










A Plataforma de Apoio aos Refugiados (PAR), em colaboração com a Direção-Geral da Educação (DGE), o Alto Comissariado para as Migrações, I.P. (ACM, I.P.) e o Conselho Nacional de Juventude (CNJ) lançaram o projeto “E se fosse eu? Fazer a mochila e partir”, uma iniciativa de sensibilização das crianças e dos jovens para as dificuldades pelas quais os refugiados passam para fugir da guerra, procurando proteção humanitária.



   Proposta de Pedro F., 6.º C:


  Proposta de Cláudio R., 5.º A:




Se eu fosse um refugiado, levaria algumas peças de roupa, tal como calças e uma camisola e um par de sapatilhas. Para a minha higiene, levaria escova e pasta de dentes. Levaria alguma comida como bolachas Oreos, as minhas preferidas.Também teria comigo 20 e o meu telemóvel  (com  o carregador), para contactar com os meus familiares ou os meus amigos, para não os perder nem os esquecer.



 Proposta de Carolina A., 5.º A:



Se eu fosse uma refugiada teria imensas dúvidas do que levaria na mochila, mas de certeza que não me esqueceria dos documentos para me identificar; algum dinheiro para alguma necessidade (caso tivesse); água para não desidratar, principalmente para os primeiros dias; alguma comida para os dias de mais fome e uma manta para me tapar das noites frias.

Também levaria alguns produtos de higiene, como gel de banho, champô, pasta e escova dos dentes e roupas interiores para me sentir minimamente limpa. Levaria alguns anti-inflamatórios, como Ben-u-ron, para o caso de surgir alguma febre e alguns pequenos produtos de enfermaria, como por exemplo pensos, Feniferidas para alguns ferimentos ligeiros.

Juntamente com a mochila levaria, caso pudesse, um saco cama para me sentir mais confortável e um livro para não me esquecer da escola.

Para além de todos estes objetos, levaria a Esperança. Esperança em conseguir chegar a um destino seguro com os meus pais, depois de enfrentar vários obstáculos e dificuldades!




 Proposta de Mafalda B., 5.º A:


Eu escolheria para levar na minha mochila uma camisola do Justin Bieber, pois os refugiados quando saem das suas casas e dos seus países ficam tristes e, por isso, ao olhar para a minha camisola, ficariam mais felizes. Levava uma camisola para o frio e uma para o calor, também umas calças e uns sapatos.
Levaria o meu peluche chamado "Solinho", pois é um conforto: recebi-o quando tinha cerca de 4 anos e, desde aí, sempre dormi abraçada a ele.
Levava  o desodorizante, o perfume, o champô, o gel de banho, a escova de dentes, a pasta de dentes e a minha escova de cabelo, por questões de higiene.
Levava, para poder alimentar-me, água e bolachas.
Escolheria uns quatro livros para, quando chegar ao meu destino, não ter que gastar o meu dinheiro a comprar outros.
Iam comigo também umas fotos de família para se, por acaso, morrer alguém, não me esquecer dele.



 Proposta de Valéria F., 5.º A:


Eu transportaria na mochila: uma camisola, umas calças, um chapéu para quando estivesse muito calor e uma manta para me aconchegar; a garrafa de água, as latas de salsichas e cogumelos, para me alimentar. Também levaria o meu MP4 para ouvir música, porque fico mais alegre. Para poder relembrar a família, teria comigo uma foto, e o telemóvel para poder contactar com as minhas amigas e, claro, o carregador. Não esqueceria de ter uma carteira com 50€, em última necessidade. O guarda-chuva serviria para me abrigar quando chovesse e, nos outros dias, para me apoiar. Os produtos de higiene básicos que teria na mochila seriam: gel de duche, champô, escova dos dentes, pasta dos dentes e escova do cabelo. Para tentar esquecer um pouco o meu rótulo de refugiada, levaria um verniz e um perfume.



Proposta de Gonçalo C., 6.º C:


Proposta de Jéssica P., 6.º C:






segunda-feira, 21 de março de 2016

Origem do nome






Semana da leitura: Trocas Literárias

Os alunos de 5.º e 6.º anos realizaram as trocas literárias a partir de textos de géneros muito diversos.
Foram apresentados, pelos alunos de 5.º ano, excertos da obra A Floresta de Sophia de M. B. Andresen e várias fábulas de La Fontaine. Os alunos de 6.º ano dramatizaram os romances populares A Nau Catrineta e Bela Infanta e um excerto da obra de Maria Alberta Menéres Ulisses e o Ciclope Polifemo. Apresentaram ainda o poema de Fernando Pessoa O Mostrengo e o poema de Luís Vaz de Camões Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades e ainda a versão de José Mário Branco.






Semana da Leitura: Era uma vez na BE...

Os alunos do 1.º ciclo da EB do Vale do Âncora e da EB de Âncora (Lage) deliciaram-se com as histórias apresentadas pela prof.ª Celeste Barreiros e pela prof.ª Manuela Afonso. 
Os mais novos descobriram as aventuras de uma ovelhinha especial, protagonista de A Ovelhinha Preta de Elizabeth Shaw, e debateram questões importantes como a diferença, a rejeição e a tolerância. Aproveitaram ainda para descobriram muitos produtos fabricados a partir da lã de ovelha e de lhama.


Os outros alunos "viajaram" até África e conheceram Maria Poeirinha, o seu  irmão Zeca Zonzo e o Tio Jaime Litorânio, personagens de O Beijo da Palavrinha de Mia Couto. Abordaram a infância, a relação afetiva entre esses irmãos, a morte, as tradições culturais e as duras condições de vida sentidas no país africano de Maria Poeirinha. As professoras realçaram a leitura simbólica da palavra mar, retratada no belíssimo texto de Mia Couto e nas excelentes ilustrações de Danuta Wojciechowska.



Semana da Leitura: Livros à solta na BE!

Os alunos do 1.º e 2.º ciclo desfrutaram das obras expostas na mini feira do livro, patente na BE.




Semana da Leitura: Afonso Cruz


Os alunos do 6.º ano, acompanhados pelos seus professores de Português, participaram num encontro estimulante e enriquecedor, protagonizado por Afonso Cruz. 
Previamente, os alunos descobriram o trabalho de ilustração e de escrita deste autor talentoso, através das  várias obras da BE. E, a partir da obra O Livro do Ano, os alunos da turma C produziram trabalhos de escrita com ilustrações.
Afonso Cruz cativou todos os participantes ao falar de si e da sua escrita com muita vivacidade e entusiasmo. Explicou como a sua obra O Pintor Debaixo do Lava-Loiças estava relacionado com a sua família e a II Guerra Mundial (a sua família acolheu e protegeu o pintor eslovaco Jozef Sors que teve de fugir do nazismo).
 





quinta-feira, 10 de março de 2016