sábado, 22 de outubro de 2016

Ricardo Araújo Pereira e seis alunos falam de bibliotecas

Celebrando os 20 anos da RBE:


Ricardo Araújo Pereira e seis alunos falam de bibliotecas

(...) Raquel Chaves, de 11 anos, aluna da escola EB2 de Castro Daire: “Os livros estão em cadeia. Poesia, Ficção, História, estão todos interligados, porque todos se baseiam num ponto: unir todas as pessoas à volta da leitura. À volta de um livro. De todos os livros.”

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Dia Mundial da Alimentação







A Visão Júnior dá-te uma ajudinha e indica-te quais as porções de cada elemento da roda dos alimentos indicadas para a tua idade. 
Lê mais em:
                      Vem aí o Dia Mundial da Alimentação!



terça-feira, 11 de outubro de 2016

Fala Bicho...


Educação literária 2.º ano: Fala Bicho de Violeta Figueiredo

«São vinte histórias, muito simples, de bichos que falam e brincam — tudo numa linguagem que explora e rima, os sons e, evidentemente, a imaginação. (...) Se existe verdadeiramente um género que se possa chamar "poesia infantil", deve ser este que Violeta Figueiredo nos apresenta.» (Alice Vieira, jornal Diário de Notícias)


Os Amigos da BE e a Equipa da BE apresentaram, às turmas do 2.º ano, a obra com as suas ilustrações de animais muito expressivos e divertidos. Os alunos descobriram assim a história de um ratinho e brincaram com sons e letras





Descobriram palavras novas, a localização de Portugal e da Rússia no globo terrestre e a origem da cortiça a partir da observação de um ramo de sobreiro. E, tal como o ratinho, revelaram astúcia ao realizar a leitura dramatizada e ao memorizar a história.





Dez Dedos Dez Segredos...

Educação Literária 1.º ano: Dez Dedos Dez Segredos de Maria Alberta Menéres


Os alunos do 1.º ano participaram com entusiasmo nas atividades relacionadas com a história " Conta o polegar da mão esquerda". Primeiro, relembraram o vocabulário associado à designação dos dedos das mãos. Depois, descobriram o conto a partir de várias leituras (leitura áudio, leitura em voz alta e leitura dramatizada) e recontaram a história do burrinho.



Descobra outros contos da obra em:
                                                         Dez Dedos Dez Segredos

Por fim, os alunos, com muita aplicação, desenharam a sua mão esquerda, por pares, e realizaram o desenho do burrinho ao fazer a ligação de pontos e números (do nº 1 ao n.º 100).





sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Baile de Sábado

Educação literária 4.º ano:  Mistérios de Matilde Rosa Araújo















Baile de Sábado
Era sábado. Era sábado.
E o domingo viria.
Bailava numa laranja doce
Naquele dia de Sol.

Era sábado. Era sábado.
E o domingo viria.
Bailava um limão amargo
Naquele dia de Sol.

Era sábado. Era sábado.
E o domingo viria.
Com um chapéu de palha fina
A menina em roda bailava.

Bailava a laranja doce.
Bailava o limão amargo.
Com um chapéu de palha fina
A menina em roda bailava.

Era sábado. Era sábado.
E o domingo viria.
E a menina em roda bailava
Com um chapéu de palha fina.

Naquele dia de Sol
Era sábado. Era sábado.
E nem a noite viria
Só o domingo chegava.      Matilde Rosa Araújo
                                  
Escrever à maneira de....

Baile de maio
Era maio. Era maio.
E o verão viria.
Nascia a flor amada
Naquele dia de alegria.

Era maio. Era maio.
E o verão viria.
Nascia o fruto desejado
Naquele dia de alegria.

Era maio. Era maio.
E o verão viria. 
Com um boné de pala fina
O menino de pé brincava.

Nascia a flor amada 
Nascia o flor desejado
Com um boné de pala brincava
O menino de pé brincava 

Era maio. Era maio.
E o verão viria. 
O menino de pé brincava.
Com um boné de pala fina. 

Naquele dia de alegria 
Era maio. Era maio. 
E nem o frio viria. 
Só o verão chegava.
Vera, Mariana, Afonso, Francisco, Firmino, Fábio (4.º ano)



Baile de dezembro


Era dezembro. Era dezembro.
E o Natal viria.
Voava uma neve fria
                                                 Naquele mês de inverno.                                              

Era dezembro. Era dezembro.
E o Natal viria.
Voavam umas nuvens brancas
Naquele mês de inverno.

Era dezembro. Era dezembro.
E o Natal viria.
Com um gorro de lã fina
O menino com os flocos voava.

Voava a neve fria
Voavam as nuvens brancas
Com um gorro de lã fina
O menino com os flocos voava.

Era dezembro. Era dezembro.
E o Natal viria.
E o menino com os flocos voava
Com um gorro de lã fina.

Naquele mês de inverno
Era dezembro. Era dezembro.
E nem a tristeza viria
Só o Natal chegava.
Texto coletivo produzido pela turma VA 4 A (4.º ano)


   Baile de Carnaval

Era Carnaval. Era Carnaval.
E a festa viria.
Bailava um sorriso alegre.
                                         Naquele mês de fevereiro.                                         

Era Carnaval. Era Carnaval.
E a festa viria.
Bailavam umas máscaras coloridas
Naquele mês de fevereiro.

Era Carnaval. Era Carnaval.
E a festa viria.
Com uma fantasia atrevida
O menino disfarçado bailava.

Bailava um sorriso alegre.
Bailavam umas máscaras coloridas

Com uma fantasia atrevida
O menino disfarçado bailava.

Era dezembro. Era dezembro.
E a festa viria.
E o menino disfarçado bailava
Com uma fantasia atrevida.

Naquele mês de fevereiro.
Era Carnaval. Era Carnaval.
E nem a tristeza viria
Só a festa chegava.
Texto coletivo da turma VA 3A (4.º ano)



Baile  Noturno
Era noite. Era noite.
E a lua viria.
Bailava uma estrela cadente
Naquele oceano de prata.
                              
Era noite. Era noite.
E a lua viria.
Bailava um cometa fugitivo
Naquele oceano de prata.         

Era noite. Era noite.
E a lua viria.
Com os olhos brilhantes
O menino de pé bailava.

Bailava a estrela cadente
Bailava o cometa fugitivo
Com os olhos brilhantes
O menino de pé bailava.

Era noite. Era noite.
E a lua viria.
E o menino de pé bailava
Com os olhos brilhantes.

Naquele oceano de prata.         
Era noite. Era noite.
E nem o dia viria
Só a lua chegava.
Afonso, Hugo, Mateus e Renato (5.º ano)

baile de dezembro 
Era dezembro. Era dezembro.
E o Natal viria.
Bailava um vento frio
Naquela tarde de inverno.                                         

Era dezembro. Era dezembro.
E o Natal viria.
Bailava uma chuva gelada
Naquela tarde de inverno.

Era dezembro. Era dezembro.
E o Natal viria.
Com um chapéu de chuva colorido
O menino suspenso bailava.

Bailava o vento frio
Bailava a chuva gelada
Com um chapéu de chuva colorido
O menino suspenso bailava.

Era dezembro. Era dezembro.
E o Natal viria.
E o menino suspenso bailava
Com um chapéu de chuva colorido.

Naquela tarde de inverno.
Era dezembro. Era dezembro.
E nem a sol viria
Só o Natal chegava.

Angélica, Duarte, Eduardo e Gustavo (6.º ano)

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

À descoberta de um autor: Luísa Ducla Soares

Educação Literária 3.º ano:
Poemas da Mentira e da Verdade
de Luísa Ducla Soares
Os alunos de 3.ºano descobriram a obra Poemas da Mentira e da Verdade a partir de dois poemas Trocas e Vamos Trocar. E, brincando também com as palavras, produziram "à maneira de Luísa Ducla Soares" as suas próprias trocas e apresentaram-nas com muita expressividade!



TROCAS de Luísa Ducla Soares

Se me deres
a lapiseira
dou-te um gomo de maçã.
Se me deres
um livrinho
dou-te as asas de uma rã.
Se me deres
uma boneca
dou-te a flor que dá a lã.
E se eu
não te der nada 
Largo aqui uma galinha

                                                               para te dar uma dentada.






TROCAS à maneira de Luísa Ducla Soares:

Se me deres
uma bola
dou-te um gomo de maçã.
Se me deres
uma banana
dou-te as asas de uma rã.
Se me deres
um avião
dou-te a flor que dá a lã.
E se eu
não te der nada
Largo aqui um porco
para te dar uma cornada!            (Sara e Simão)

Se me deres
uns patins
dou-te um gomo de maçã.
Se me deres
um caderninho
dou-te as asas de uma rã.
Se me deres
uma corda
dou-te a flor que dá a lã.
E se eu
não te der nada
Largo aqui uma centopeia
 para te dar uma tareia!                (Beatriz e Margarida)

Se me deres
a cola
dou-te um gomo de maçã.
Se me deres
um berlinde
dou-te as asas de uma rã.
Se me deres
um desenho
dou-te a flor que dá a lã.
E se eu
não te der nada
Largo aqui um tigre
 para te dar uma bicada!            (Alexandre e Gabriel)

Se me deres
a bola
dou-te um gomo de maçã.
Se me deres
um machado
dou-te as asas de uma rã.
Se me deres
um peluche
dou-te a flor que dá a lã.
E se eu
não te der nada
Largo aqui um urso
para te dar uma marrada!            (Gabriel e João)

Se me deres
um gelado
dou-te um gomo de maçã.
Se me deres
um lacinho
dou-te as asas de uma rã.
Se me deres
um bolinho
dou-te a flor que dá a lã.
E se eu
não te der nada
Largo aqui um pássaro
 para te dar uma cornada!               (Beatriz e Beatriz)

Se me deres
um carrinho
dou-te um gomo de maçã.
Se me deres
um DVD
dou-te as asas de uma rã.
Se me deres
um dicionário
dou-te a flor que dá a lã.
E se eu
não te der nada
Largo aqui um golfinho
para te dar um beijinho!                  (Andrés e Duarte)

Se me deres
uma roda
dou-te um gomo de maçã.
Se me deres
uma nuvem
dou-te as asas de uma rã.
Se me deres
uma lupa
dou-te a flor que dá a lã.
E se eu
não te der nada
Largo aqui um boi
 para te dar uma bicada!                 (Bruna e Leonor)


Se me deres
um barquinho
dou-te um gomo de maçã.
Se me deres
as minhas tintas
dou-te as asas de uma rã.
Se me deres
um nuvem
dou-te a flor que dá a lã.
E se eu
não te der nada
Largo aqui um rato
para te dar um escaldão!           (Ademar e Frederico)

Se me deres
o dicionário
dou-te um gomo de maçã.
Se me deres
um cachorrinho
dou-te as asas de uma rã.
Se me deres
um pêssego
dou-te a flor que dá a lã.
E se eu
não te der nada
Largo aqui um gato
 para te dar uma paulada!           (Duarte e Leonardo)

Se me deres
uma bola
dou-te um gomo de maçã.
Se me deres
um carrinho
dou-te as asas de uma rã.
Se me deres
uma pena
dou-te a flor que dá a lã.
E se eu
não te der nada
Largo aqui um crocodilo
 para te dar um beijo!                        (Nuno e Rodrigo)

Se me deres
a bola
dou-te um gomo de maçã.
Se me deres
um berlinde
dou-te as asas de uma rã.
Se me deres
um sapato
dou-te a flor que dá a lã.
E se eu
não te der nada
Largo aqui um javali
 para te dar uma sapatada!      (Simão e Vítor)