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terça-feira, 6 de dezembro de 2016
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
Literacia 3D
Os alunos de 5.º ano participaram na primeira fase do desafio proposto pela Porto Editora. Realizaram com muito empenho a primeira prova relacionada com o domínio da Leitura.
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Literacia da Informação,
Literacia da Leitura,
Literacia dos media
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
Literacia da informação: tratamento e apresentação da informação
Trabalhos de pesquisa sobre a Floresta autóctone
Os alunos ultimaram os seus trabalhos de pesquisa sobre a floresta autóctone, no âmbito da comemoração do Dia da Floresta Autóctone 2016, celebrado em 23 de novembro.
Procuraram sinónimos e explicaram por outras palavras a informação selecionada (parafrasearam). Registaram as suas conclusões e concluíram o trabalho com a apresentação da informação e de registos fotográficos de árvores autóctones.
Procuraram sinónimos e explicaram por outras palavras a informação selecionada (parafrasearam). Registaram as suas conclusões e concluíram o trabalho com a apresentação da informação e de registos fotográficos de árvores autóctones.

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terça-feira, 15 de novembro de 2016
A leitura passo a passo...
As crianças do Jardim de Infância de Âncora Lage realizaram uma visita da BE, no 8 de novembro, e descobriram a história de A Galinha Ruiva, contada por António Torrado.
As crianças ajudaram a Equipa da BE a contar as aventuras da Galinha Ruiva a partir das divertidas ilustrações de Tânia Clímaco.
Literacia da Informação: uso e tratamento da informação
Trabalho de pesquisa sobre a Floresta autóctone
Os alunos, na primeira etapa do trabalho de pesquisa, leram vários artigos sobre a árvores autóctones em suporte impresso (das revistas Visão Júnior e Jornal de Notícias) e em suporte digital (das páginas www.florestacomum.org e www.plantar uma árvore.org). Fizeram o levantamento do vocabulário difícil e procuraram nos dicionários da biblioteca e no dicionário digital (www.priberam.pt) o significado para compreender a informação.
Numa segunda etapa, os alunos registaram a informação. Tiraram apontamentos e selecionaram a informação essencial a partir de um guião.
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
As castanhas em risco!
AS CASTANHAS ESTÃO EM RISCO
Por Ricardo J. Rodrigues 06/11/2016
Nas montanhas portuguesas a paisagem está a mudar. E isso afeta um fruto cujo cultivo tem margens de lucro cada vez mais elevadas e com o qual Portugal tomou a liderança da produção europeia: a castanha. O interior do país parece ter ganho um novo balão de oxigénio com o castanheiro, mas as alterações climáticas estão a pô-lo em causa. Em Trancoso, metade dos soutos estão doentes. História da mudança do planeta, vista de uma serra beirã.
É fácil tropeçar num galho quando se caminha por um bosque de castanheiro. Mas Alfeu Magalhães costuma atravessa‑los com um tablet na mão, aprendeu a ter um olho no trilho e outro no ecrã. O engenheiro informático é desde há três anos proprietário de 14 dos 1500 hectares de souto que existem no concelho de Trancoso, distrito da Guarda – no país todo são 40 mil. Todos os dias visita o terreno munido do software que o próprio criou para monitorizar intervenções, doenças e estado de desenvolvimento de cada árvore. «Com este controlo mais apertado consegui aumentar a produção em vinte por cento. Mas, por causa das doenças que estão a aparecer, perdi vinte por cento do arvoredo. Produzo
Para mim, cuidar dos castanheiros é sentir que posso viver da natureza e das estações, mesmo que os ciclos da natureza estejam a mudar.» O rapaz abre um ouriço e arranca‑lhe as castanhas. Segura‑as na palma e diz: «Digam lá que isto não é a coisa mais bonita que há.»
Por Ricardo J. Rodrigues 06/11/2016
Nas montanhas portuguesas a paisagem está a mudar. E isso afeta um fruto cujo cultivo tem margens de lucro cada vez mais elevadas e com o qual Portugal tomou a liderança da produção europeia: a castanha. O interior do país parece ter ganho um novo balão de oxigénio com o castanheiro, mas as alterações climáticas estão a pô-lo em causa. Em Trancoso, metade dos soutos estão doentes. História da mudança do planeta, vista de uma serra beirã.
É fácil tropeçar num galho quando se caminha por um bosque de castanheiro. Mas Alfeu Magalhães costuma atravessa‑los com um tablet na mão, aprendeu a ter um olho no trilho e outro no ecrã. O engenheiro informático é desde há três anos proprietário de 14 dos 1500 hectares de souto que existem no concelho de Trancoso, distrito da Guarda – no país todo são 40 mil. Todos os dias visita o terreno munido do software que o próprio criou para monitorizar intervenções, doenças e estado de desenvolvimento de cada árvore. «Com este controlo mais apertado consegui aumentar a produção em vinte por cento. Mas, por causa das doenças que estão a aparecer, perdi vinte por cento do arvoredo. Produzo
o mesmo que há cinco anos. Só que com menos um quinto das unidades e ganhando mais dinheiro.» (…)
O aumento de temperatura trouxe novas doenças, os soutos de Trancoso estão assolados pelo cancro do castanheiro, a doença da tinta e sobretudo a vespa-dos-galhos. (…)
Existem, no total, 34 variedades deste fruto em Portugal, sendo as mais comuns a judia, a côta e a longal. Introduzida na Península Ibérica há dois mil anos, sempre se revelou um caso de sucesso no país.
Hoje, depois da China, Portugal ocupa o lugar cimeiro da produção de castanha. (…)
Para mim, cuidar dos castanheiros é sentir que posso viver da natureza e das estações, mesmo que os ciclos da natureza estejam a mudar.» O rapaz abre um ouriço e arranca‑lhe as castanhas. Segura‑as na palma e diz: «Digam lá que isto não é a coisa mais bonita que há.»
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