sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Feira do Livro de Natal

Durante esta semana, de 3 a 8 de dezembro, todos os alunos, docentes e  funcionários da nossa escola e, ainda, muitos encarregados de educação participaram na feira do livro, organizada em parceria com a livraria Bertrand. De forma entusiástica e ativa, os alunos descobriram as novidades editoriais. 
Os mais novos foram brindados com a história Feliz Natal, Lobo Mau de Clara Cunha e recontaram com muita expressividade A que sabe a lua de Michael Grejniec.






Ccurso Nacional de leitura: fase escolar

Obras selecionadas:


Provas a nível da escola:
-alunos inscritos do 2.º, 3.º ciclos e ensino secundário: quarta-feira 5 de dezembro de 2018
-alunos inscritos do 4.º ano da EBS do Vale do Âncora e de Âncora (Lage): sexta-feira 7 de dezmebro de 2018





quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Projeto Nosso Mar

As Lendas do Mar deram mote a visita ao Nosso Mar. No passado dia 16 de novembro, os alunos das turmas do 3° ano da Escola Básica e Secundária do Vale do Âncora exploraram, junto ao Mar, mais uma Lenda do Mar, no âmbito da ação UMMAR de Trabalhos que, sob a orientação dos docentes Marília R.e António G., têm promovido a ligação ao Mar pela leitura.
O som, o cheiro, a visão ou o tacto, intensificaram e apelaram assim a uma atenção ímpar dada à segunda lenda do livro "Lendas do Mar", de José Jorge Letria, com o título "Grão a grão se trava o mar", lida junto ao Mar e explorada em momentos posteriores, em sala de aula, numa apropriação pedagógica que concorre para o projeto integrador Nosso Mar. 
 "UMMAR de Trabalhos" marca assim o trilho de aprendizagem que se têm afirmado, desde o início do ano letivo, na Escola e na Comunidade, justificando e valorizando o "Nosso Mar" como opção de influência local na construção dos saberes dos alunos da EBS do Vale do Âncora, aqui enriquecida pela ação exploratória da literatura.
Nesta atividade participaram ainda os alunos do 2°ano e do 4°ano, acompanhados pelos respetivos docentes titulares das turmas, professoras Cidália B. e Idalina P., bem como o coordenador de estabelecimento, professor Flamiano Martins. 




O mar é o espaço natural das viagens, dos sonhos, dos mistérios e das lendas. Ler estas lendas é conversar baixinho com o mar, num país que não pode ser contado nem imaginado sem ele.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Concurso Nacional de Leitura 2018/2019


A 13.ª Edição do Concurso Nacional de Leitura (CNL) decorre entre o dia 3 de outubro de 2018, data oficial de abertura, e o dia 25 de maio de 2019, dia da grande final, em Braga.
O objetivo central do Concurso Nacional de Leitura é estimular o gosto e os hábitos de leitura e melhorar a compreensão leitora. A iniciativa tem como destinatários alunos dos 1.º,2.º, 3.º ciclos do ensino básico e alunos do ensino secundário.

Cabe ao Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL2027) a iniciativa e o desenvolvimento do CNL, ao longo de quatro fases consecutivas:
Fase Escolar – engloba as provas nas escolas, fazendo intervir as Bibliotecas Escolares, com o apoio das Bibliotecas Públicas Municipais;
Fase Municipal – engloba as provas nos municípios, fazendo intervir as Bibliotecas Públicas Municipais, com o apoio das Bibliotecas Escolares;
Fase Intermunicipal – engloba as provas no território das Comunidades Intermunicipais (CIM) / Áreas Metropolitanas de Lisboa (AML) e do Porto (AMP), Regiões Autónomas dos Açores (RAA) e da Madeira (RAM), fazendo intervir as Bibliotecas Públicas Municipais, com o apoio das Bibliotecas Escolares;
Fase Nacional – conta com a participação de todos os parceiros e é constituída por uma prova que apurará cinco finalistas em cada nível de ensino, os quais serão, na cerimónia final, ordenados em função da avaliação de um júri nacional, a constituir para o efeito.

Para mais informações, consultar a página:
CNL 2018/19

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Centenário do Armistício

Escrita criativa:

Senti tristeza quando ouvi os poemas sobre a guerra, sobre pessoas como nós que morreram.
Estes poemas surpreenderam-me porque falam de soldados mortos a tiro, mas ao mesmo tempo, falam dos campos, da natureza. Acho que os poetas querem passar uma mensagem: mesmo com a guerra e as mortes, as flores continuam a florescer e os pássaros a cantar porque a vida continua. Os poemas dizem que foi preciso lutar e ganhar essa guerra para chegar à paz.
Gustavo R, 5.º A

Na comemoração do Armistício, com a leitura de vários poemas pelos alunos de sexto ano,  recebemos papoilas vermelhas. Descobrimos que as as papoilas, no Reino Unido, simbolizam o sangue derramado pelos soldados britânicos e, em França, o sacrifício dos soldados é simbolizado pela flor centáurea-azul.
Os poemas faziam-me sentir triste, principalmente os das papoilas floridas nos campos de Flandres.
Gabriel P., 5.º A
O que mais me marcou nesta comemoração foi o significado das flores que representam uma homenagem aos soldados que perderam a vida nos terríveis combates dessa guerra. As flores deram origem a campanhas de solidariedade para os sobreviventes. O símbolo da papoila vermelha nasceu do poema Campo de Flandres.
Mónica G., 5.º A

Este dia do Armísticio tornou-se o dia de lembrança em homenagem aos soldados e sobreviventes da Grande Guerra.
Entre esses homens homenageados, fiquei a saber que o Soldado Milhões era um soldado português e chamava-se Aníbal Milhais. Este soldado foi o mais condecorado em Portugal, devido à sua grande coragem na Primeira Guerra Mundial.
Afonso V., 5.º A

Senti desgosto ao saber que nesta guerra muitas pessoas morreram, muitos jovens. 
Surpreendeu-me a forma terrível como os soldados combatiam nas trincheiras. Este dia do Armistício é um dia triste porque esta guerra durou muito tempo, quatro anos de 1914 a 1918!
Pedro D., 5.º A 

Comemoramos o Armistício de Compiègne, o tratado assinado entre os aliados e a Alemanha para por fim à Primeira Guerra Mundial. Fiquei impressionado e muito triste com o número de vítimas: mais de 20 milhões de mutilados e quase 10 milhões de soldados mortos!
Lucas D., 5.º A


quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Centenário do Armistício da 1.ª Guerra Mundial: comemorações

"Somente aqueles que nunca deram um tiro, nem ouviram os gritos e os gemidos dos feridos, é que clamam por sangue, vingança e mais desolação. A guerra é um inferno."
William Sherman


No dia 16 de novembro de 2018 , todos os alunos do 5, 6.º e 9.º anos e do 10.º A reuniram na BE para comemorar o Centenário do Armistício da 1.ª Guerra Mundial, com os seus professores de Português, Inglês, História, Espanhol, Ed. Visual e Cidadania. 
Alunos do 9.º ano declamaram em Inglês, com muita expressividade, o famoso poema Flanders Fields de John McCrae, no "campo de papoilas" que floresceu nos espaços da BE (também o voltaram a apresentar em diversas aulas).  
De seguida,  foi a vez dos alunos das turmas de 6.º ano que revelaram muito empenho, aplicação e sentido de responsabilidade na apresentação dos textos. Declamaram a versão traduzida pela escritora Inês Pedrosa do poema Flanders Fields,  Nos Campos da Flandres e apresentaram vários testemunhos desse terrível conflito. Foram apresentados citações e mensagens de personalidades, como o famoso escritor Thomas Mann, contra a guerra
Foram declamados poemas, como “Chuva em Ypres” de João Pedro Mésseder (Homenagem do poeta à cidade belga Ypres, situada na região de Flandres onde decorreram quatro batalhas que consumiram a vida de milhares de pessoas). Foram ainda lidas cartas enviadas por jovens soldados portugueses do CEP  para relembrar que a guerra é mesmo um inferno e nada tem de virtual!
Esta comemoração permitiu, a partir de várias atividades de diferentes literacias  (História - visionamento do filme "Soldado Milhões" e contextualização do conflito,  Inglês - Poppy Day e poema Flanders Fields , Português - cartas, poemas e debates-reflexão, Ed. Visual/EDV - Poppy Day), aos alunos de compreender as relações entre o passado e o presente, aos docentes de consolidar práticas de trabalho colaborativo e a articulação entre ciclos de ensino e, ainda, de promover parcerias e projetos com o meio envolvente (Câmara Municipal de Caminha, Museu Municipal de Caminha...), e sobretudo, realçar a importância de princípios e valores fundamentais como a tolerância, o respeito pela diferença e a paz.


terça-feira, 20 de novembro de 2018

Centenário do Armistício - 100 Years of Remembering WWI



Após o fim da Primeira Guerra Mundial, o Rei George V declarou que o dia 11 de novembro seria dedicado à lembrança daqueles que morreram na Grande Guerra e, desde então, o Remembrance Day ou Armistice Day é comemorado no Reino Unido e nos outros países da Commonwealth (Canadá, Austrália, Índia, África do Sul...). A papoila tornou-se o símbolo desse dia.
Nos campos das terríveis batalhas de Flandres (em França e na Bélgica) as sementes de papoila, há muito adormecidas, floresceram no chão como nunca. Este fenómeno inspirou o médico militar canadiano John McCrae a escrever o seu famoso poema In Flanders Fields, no qual a papoila, com o seu vermelho vivo, simboliza os nossos mortos de guerra.

We Will Remember Them!

Os alunos de 6.º e 9.º anos participaram na comemoração do Remembrance Day ou Poppy Day com os seus professores de Inglês e de Português. Um grupo de alunos do 9.º ano, a Ana, o Guilherme, a Maria e a Sofia apresentaram com muita expressividade, a todos os seus colegas e docentes do 2.º ciclo e  9.º ano o famoso poema de John McCrae, no "campo de papoilas" da BE e nas aulas de História, Ed. Visual e Cidadania.

In Flanders fields 
 
In Flanders fields the poppies blow
Between the crosses, row on row,
That mark our place; and in the sky
The larks, still brav
ely singing, fly
Scarce heard amid the guns below.


We are the Dead. Short days ago
We lived, felt dawn, saw sunset glow,
Loved and were loved, and now we lie
In Flanders fields.


Take up our quarrel with the foe:
To you from failing hands we throw
The torch; be yours to hold it high.
If ye break faith with us who die
We shall not sleep, though poppies grow
In Flanders fields.