quarta-feira, 29 de abril de 2020

Comemoração do Dia da Liberdade – Revolução do 25 de Abril de 1974


Oficina de Escrita

Após a leitura comentada de um excerto do poema Trova do Amor Lusíada de Manuel Alegre e da sugestão da leitura da obra O Tesouro de António Manuel Pina, bem como as informações e o visionamento  dos vídeos informativos, disponibilizados pela BE, foi proposto aos alunos de 6.º ano, em Oficina de Escrita, que escrevessem um texto  subordinado ao tema Para mim, a Liberdade é…


             A Liberdade para mim é quando um cidadão é livre de fazer o que quer, mas com regras.
           A Liberdade é importante, porque temos o direito de votar e de expressar o que sentimos e o que pensamos. Se não tivéssemos liberdade, as nossas vidas seriam muito diferentes. Mas temos o exemplo da falta de Liberdade, por causa da pandemia pelo coronavírus. Fomos obrigados a ficar em casa de quarentena, o que nos tirou um pouco da nossa liberdade. Estamos fechados em casa como se nos tivessem tirado a vida, sem poder falar com os outros.
Mas no fundo, sabemos que ninguém nos a pode tirar de verdade, porque é um direito nosso.
Verónica L.

Para mim, a liberdade significa podermos agir consoante a nossa vontade, sem que isso interfira na liberdade dos outros.
No nosso dia a dia temos várias liberdades: de escrever, de falar, de dar a nossa opinião, de escolhermos o que queremos e o que não queremos. Mas a liberdade não é definitiva, tudo se pode alterar sem que possamos fazer nada contra essa situação, prova disto é a situação que estamos a viver hoje em dia, com a obrigação de confinamento ordenada pelo nosso governo.
O dia da Liberdade Portuguesa celebra-se no dia 25 de Abril, neste dia de 1974, houve muitas pessoas que lutaram para dar a liberdade a outras, foi e ainda é muito importante para a vida de todos.
Nunca imaginei a minha vida sem liberdade, mas é uma realidade que estamos a viver, e apenas lhe damos valor quando nos é tirada, é uma vida triste e deprimente.
Xavier P.

A liberdade para mim é um direito muito importante, é a ausência de restrições para fazermos o que queremos, respeitando a lei.
No dia 25 de Abril de 1974, os militares portugueses conquistaram a liberdade na rua, foi o fim da ditadura e o início da democracia. Hoje, voltamos a não ter liberdade, temos que ficar em casa em isolamento social, para nos protegermos e combatermos um vírus invisível e perigoso, chamado COVID-19.          
Viver com liberdade é como estar num paraíso e só agora dei conta disso. Quando voltarmos à vida normal, quero muito ir a pé pelas ruas, visitar os meus familiares e amigos.  
Gabriel P.

            Liberdade Interrompida
          A liberdade, para mim, é falar do que e sobre o que quiser, é passear por onde me apetecer, é escolher a religião ou equipa de futebol que achar melhor, sempre respeitando os outros e as leis.
Antes do 25 de Abril de 1974, os portugueses não sabiam o que era a liberdade. As pessoas não podiam falar contra o governo, não havia eleições, havia censura e escolas separadas para meninos e meninas. Com a Revolução dos Cravos, foi conquistada a liberdade, como por exemplo, o direito à expressão, ao voto e ao livre acesso à informação.
Hoje em dia, devido ao Covid-19, a liberdade está “interrompida”, pois estamos sujeitos a algumas limitações: não podemos ir à escola, não podemos treinar, nem jogar futebol e devemos evitar contatos sociais com outras pessoas.
Em conclusão, a liberdade, a meu ver, é um “tesouro” e uma “riqueza” e quando esta “pausa” acabar, quero estar com meus amigos e voltar a treinar!
Gabriel G.

Liberdade para mim é ter o direito de ir à escola, brincar, conversar com os meus amigos, poder estar na rua, ver televisão ou até mesmo ouvir música. Saber que posso falar aquilo que penso sem ter medo, saber também que tenho direitos, mas também tenho deveres.
Antes de 25 Abril de 1974, nenhuma criança podia fazer aquilo que eu posso fazer agora, viviam tristes e sempre com medo de serem presos. As pessoas não podiam falar aquilo que pensavam, não havia liberdade de expressão, muito menos se fosse para falar sobre assuntos que tivessem a ver com o presidente ou com as leis que ele criava. O povo não podia ter opinião própria, naquela  altura  isso  era  considerado uma falta  de respeito, e podiam  ser presos e torturados  por fazê-lo.
Neste momento, com o confinamento que nos foi pedido, a verdade é que nos sentimos presos, apesar de podermos sair, mas por segurança prefiro ficar em casa. Não deixei de ter liberdade, apenas precisamos de nos proteger uns aos outros.
Diogo O.

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