sábado, 9 de maio de 2020

Salinha online do Teatro D. Maria II: Sábio como Camelos!

Após a audição do conto de Agualusa, tendo como ponto de partida a divulgação que fizeste sobre a Salinha online do teatro D.Maria II, os alunos produziram recontos e resumos em pequenos grupos, em Estudo Acompanhado, em aulas síncronas.



Sábios como camelos

«Sábios como camelos» é uma história do livro «Estranhões e Bizarrocos», que foi escrita por José Eduardo Águalusa. Esta história, como outras, podem ser ouvidas através do blogue da biblioteca da nossa escola, na «Salinha online do D.Maria II».

Esta história começa com a frase «Há muitos anos viveu na Pérsia um grão-vizir nome...». Esse vizir tinha uma cáfila de 400 camelos, cada um com um nome, e que se deslocavam por ordem alfabética. Cada um guardava os livros do vizir, que gostava muito de ler. Um dia, a caravana perdeu-se no deserto por causa de uma tempestade de areia, mas com eles ficou um jovem pastor. Ao fim de algum tempo, sabendo que os camelos poderiam morrer, o jovem pastor deu-lhes como alimento os livros que traziam.

Sabendo do que se tinha passado, o graõ-vizir quis castigar o pastor, mas o camelo Aba disse para não o castigar, porque sempre que ele quisesse, eles viriam ao palácio contar uma história. Pois, eles sabiam de cor todas as histórias dos livros que tinham comido.

É uma história engraçada e o ator conseguiu atrair a nossa atenção, porque fez uma leitura muita expressiva.

Verónica, Luís, Xavier, 6.ºA

Os camelos misteriosos

Na aula síncrona de Apoio ao Estudo, nós ouvimos, em pequeno grupo, uma história de José Eduardo Agualusa Sábios como camelos, apresentado pelo ator João Reixa do Teatro D. Maria II de Lisboa. Esse conto está disponível na “Salinha online de D. Maria II” e foi publicado no blogue da BE.

Havia um vizir que tinha uma cáfila que carregava os seus livros por ordem alfabética. Numa viagem no deserto, veio uma tempestade de vento e os camelos desapareceram, mas encontraram-se outra vez, graças ao pastor que os conduzia. Mas para sobreviver tinham de comer, mas não tinham comida, apenas os livros do vizir. Tiveram que comer os livros. Tempo depois, foram encontrados pelos soldados do vizir ficou aborrecido e quis pôr na prisão o pastor, pois já não havia livros.

 Mas o camelo Aba disse que ia todas as noites ler uma história ao seu dono, pois tinha decorado as histórias dos livros que tinha comido. E o vizir concordou.

Nós ouvimos esta história e houve duas personagens que nos interessaram: foram o jovem pastor e o camelo Aba. Nós achamos que eles se ajudaram um ao outro porque o jovem, quando os camelos tinham fome, deu-lhes os livros a comer; quando o jovem podia ser preso o camelo teve a coragem de pôr-se à frente para dizer que o vizir não tinha que o prender, porque as histórias não estavam perdidas.

Nós preferimos ouvir o conto, porque conseguimos imaginar a ação, e pareceu-nos que compreendemos melhor do que se nós o tivéssemos lido. Apetece-nos, cada noite, ouvir também uma história, como o vizir!

 

Lucas D. e Leonardo M., 6.º A














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