terça-feira, 26 de novembro de 2013

Cidades pela Vida - Cidades Contra a Pena de Morte




A Origem da Amnistia Internacional
 
Indignado com a prisão de dois estudantes portugueses por brindarem à liberdade em 1960, o advogado inglês Peter Benenson publicou o artigo “Os Prisioneiros Esquecidos, no jornal The Observer. O seu artigo lançou a campanha universal “Apelo à Amnistia 1961 e provocou uma resposta notável. Foi reimpresso por jornais em todo o mundo e o seu apelo à ação teve eco nos valores e aspirações de pessoas em todo o mundo. Esta seria a origem da Amnistia Internacional.
A primeira vela da Amnistia Internacional foi acesa pela primeira vez em Londres, em 1961. Essa vela simbolizava a esperança a brilhar num mundo de injustiça. Peter Benenson escolheu uma vela a arder rodeada de arame farpado, como símbolo do movimento, e adotou uma célebre frase do escritor francês Voltaire que diz “ Mesmo que não concorde com o que dizes, lutarei para que o possas dizer “. Peter Benenson desejava que a vela da Amnistia Internacional iluminasse os locais mais obscuros do mundo, onde os abusos dos direitos humanos passavam despercebidos e sem qualquer punição.
                                                          (Informação retirada de vários sítios da Internet) 
    



“Cidades pela Vida Contra a Pena de Morte” – Amnistia Internacional
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A iniciativa mundial “Cidades pela Vida – Cidades contra a Pena de Morte” promovida pela Amnistia Internacional realizar-se-á em várias localidades do mundo no dia 30 de novembro, sublinhando assim a afirmação do valor da vida. Esta iniciativa, iniciada em 2002, conta com a participação de 1625 cidades de 89 países, entre os quais Portugal. Desde 2006, um total de 84 cidades portuguesas já participaram nesta iniciativa. Este ano, a Câmara Municipal de Caminha, a convite da organização Amnistia Internacional, apoia a iniciativa das Cidades pela Vida.

As Bibliotecas Escolares da Escola Básica do Vale do Âncora e da Escola C+S de Caminha decidiram integrar essa iniciativa no seu Plano de Atividades e definiram um conjunto de atividades que culminará na iluminação simbólica de um edifício público em Caminha e em Vila Praia de Âncora. Assim, a Escola Básica do Vale do Âncora e a Escola C+S de Caminha, em parceria com Amnistia Internacional e a Câmara Municipal de Caminha, definiram o seguinte programa:

- dias 26, 27 e 28 de novembro: sessões de sensibilização dirigidas aos alunos do 2.º ciclo da Escola Básica do Vale do Âncora e da Escola C+S de Caminha, dinamizadas por Amnistia Internacional.

-dia 29 de novembro: às 12.15h, os alunos e docentes do 2.º ciclo da Escola Básica do Vale do Âncora reúnem-se na Praça da República de Vila Praia de Âncora na presença do Presidente da Câmara de Caminha, dos presidentes das juntas de freguesia de VPÂ, Âncora e Riba de Âncora, do Representante de Amnistia Internacional, da Responsável da BM de Caminha/VPÂ, Bombeiros Voluntários e da direção do Agrupamento.  Intervenções do Presidente da Câmara de Caminha e do representante de Amnistia Internacional.  Iluminação da Praça da República com 3 tochas simbólicas. Cobertura da imprensa.

-dia 29 de novembro: às 15h, os alunos e docentes do 2.º ciclo da Escola C+S de Caminha reúnem-se junto à Torre do Relógio em Caminha na presença do Presidente da Câmara de Caminha, do Representante de Amnistia Internacional, da Responsável da BM de Caminha/VPÂ, Bombeiros Voluntários e da direção do Agrupamento.  Intervenções do Presidente da Câmara de Caminha e do representante de Amnistia Internacional.  Iluminação da Torre do Relógio com 3 tochas simbólicas. Cobertura da imprensa.

-dia 30 de novembro: 17.30h/18h, convite aos alunos, Enc. de Ed., Juntas de Freguesia, Bombeiros Voluntários e membros da Comunidade para a iluminação da Praça da República com velas. Cobertura da imprensa.

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