terça-feira, 26 de abril de 2016

25 de abril - Dia da Liberdade

O 25 de abril na nossa escola:




Apreciação Crítica 
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           O livro, que eu e a minha turma lemos acompanhados pela professora Paula Castro, estava relacionado com a Revolução de 25 de Abril de 1974, «O Tesouro» de Manuel António Pina.
               O que mais me chamou a atenção foi o facto das raparigas e dos rapazes não poderem brincar juntos e terem que andar em escolas separadas. Acho que é um pouco injusto porque, assim, as crianças não se habituavam a estar todas juntas e, quando as raparigas e os rapazes se cruzassem, podia haver desentendimentos.
                Agora, os rapazes e as raparigas têm direito a conviver uns com os outros graças à Revolução de 25 de Abril de 1974.
                                                                                                                            Margarida O., 5.º B
03/05/2016 


Na obra «O Tesouro» de Manuel António Pina, o que mais me surpreendeu foram as proibições a que o povo estava obrigado, pois acho absurdo e não entendo o porquê dessa falta de direitos, que para mim me parecem naturais.
Outra coisa que me surpreendeu foi a coragem que os soldados tiveram para sair à rua com as armas na mão a gritar pela liberdade.
Eu sentiria também muita alegria no dia 25 de Abril de 1974, pois finalmente teria a minha liberdade de volta.

Rúben P., 5.º B
03/05/2016 


O livro que li tem como título «O tesouro» e o seu autor chama-se Manuel António Pina. Adorei esta história.
Eu achei que o excerto mais triste era aquele o da escola (era separada, para raparigas e para rapazes). Não sabia que os alunos e as alunas não podiam brincar juntos. Acho isso injusto e não gostava de viver nessa época.
Viva a liberdade !!!!!
                                                                                                              Raúl L., 5.º B
3/5/2016
 

Eu li «O Tesouro» de Manuel António Pina.
Gostei da frase «E toda a gente saiu alvoraçadamente para a rua e acompanhou os soldados cantando e gritando: Viva a Liberdade! Viva a Liberdade!»
Eu gostei deste excerto porque ele significa que as pessoas saíram de casa a correr porque o tesouro, que era a liberdade, tinha aparecido.
Se não houvesse liberdade agora, a nossa vida seria miserável.

Simão S.,  5.º B
3/5/2016

       Acabei de ler o livro O tesouro de Manuel António Pina. O que mais me surpreendeu foi quando …as janelas encheram-se de bandeiras e de cravos vermelhos… porque mostra que os habitantes do País Triste ficaram felizes e confiantes por voltarem a ter liberdade. A liberdade é muito valiosa: há que a proteger de quem a quer roubar. 


Carina S., 5.ºB
27/04/2016


Eu acabei de ler um livro que se chama «O tesouro», de Manuel António Pina.
Gostei do excerto: «…as janelas encheram-se de bandeiras e de cravos vermelhos: os soldados puseram cravos vermelhos nas espingardas e as mulheres esqueceram-se do jantar e das limpezas da casa e correram para a rua com os filhos ao colo com cravos vermelhos ao peito…».
Nesse excerto, o que mais me interessou foi os cravos vermelhos nas espingardas. Sendo as espingardas símbolos de guerra, morte e destruição, aqui aparecem como símbolo de paz, liberdade e felicidade.

 Afonso V., 5.º B (com apoio do professor)
3/5/2016




 25 de abril

42 anos                                                 
Houve liberdade,
Paz,
Amizade,
Fraternidade. 

Acabou a ditadura
Começou a democracia.

Foi um dia de festa
Foi um dia de felicidade
Para todos os Portugueses.

Ó cravo vermelho,
Cresce comigo!
Eu sou pequenino
E teu grande amigo.

Poema da turma VP4 - 3.º ano (trabalho coletivo)  




25 de abril infominuto (RTP):



25 abril1.png


O sítio da Associação 25 de abril disponibiliza uma base de dados, filmes, documentários e outra informação sobre o 25 de abril de 1974 e o contexto em que surgiu a designada "revolução dos cravos".



Desde 1974 que o 25 de abril se tornou, na história portuguesa, símbolo de liberdade: de liberdade de expressão, de reunião e de circulação, da liberdade que aboliu a censura prévia e instaurou a democracia.



De um ponto de vista filosófico, a liberdade significa ausência de constrangimentos, de coação. Significa a possibilidade de agirmos de forma autónoma e voluntária, de acordo com princípios (racionais) conscientemente adotados. Tornando-nos, desse modo, sujeitos das ações praticadas e responsáveis pelos seus efeitos. (RBE)


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